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AGÊNCIA BONITO THIAGO
Brasil

Novo extintor de veículos será obrigatório em 2005

9 Ago 2004 - 15h56

Todos os veículos que saírem das montadoras em 2005 serão obrigados a ter um extintor de incêndio mais eficiente. Essa é a nova lei aprovada pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contrans) - resolução 157, de 7 de maio deste ano.

Trata-se do extintor com o pó ABC, capaz de apagar princípio de incêndio da classe A (materiais sólidos, como revestimentos, estofamentos, pneus, painéis, tapetes e puxadores).

"O extintor com o pó BC, utilizado hoje para apagar princípios de incêndios por líquidos, como óleo, gasolina, fiação elétrica e bateria do carro, será substituído pelo extintor de incêndio com o pó ABC para garantir maior segurança do motorista", informa o consultor técnico da Associação Brasileira das Indústrias de Equipamentos Contra Incêndio (Abiex), Otávio Oliva.

De acordo com o consultor, a substituição será gradual, mas já começa em janeiro de 2005 nas montadoras. "Os veículos usados (também caminhões e ônibus) terão prazo até dezembro de 2009 para substituir o equipamento. Já em novembro de 2004, os extintores com o pó BC deixarão de ser fabricados. Só serão mantidos no mercado os recondicionados", disse Oliva.

O novo extintor pode ser comprado atualmente em diversos pontos de venda, como postos de gasolina e lojas de extintores ao custo de R$ 50 a R$ 60. "O novo produto tem uma validade de cinco anos e não é recarregável. Terminou, compra outro", disse Oliva.

Questionado sobre a diferença de preço entre o BC (R$ 35) e o ABC, Oliva enfatizou que o extintor já vem da montadora e não acarretará mais custos aos motoristas. "Mas, o preço do extintor será equivalente ao antigo, uma vez que a garantia do antigo vale três anos."

O novo produto foi apresentado esta segunda-feira pela Abiex e pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) no campo de prova de fogo da Cidade Universitária, Universidade de São Paulo (USP).

O extintor ABC pesa 1 Kg para veículos de passeio e de 3 Kg e 4Kg para ônibus e caminhões.

A mudança surgiu de um estudo de três anos do Ipen, Abiex, Anfavea e Inmetro, que acreditam que o equipamento deve ser modelado para maior segurança do motorista. O ABC existe há 30 anos.

 

Invertia

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