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Netos de Pelé perseguem o sonho de mostrar em campo seu DNA

23 Out 2010 - 10h26Por G1

Dois garotos que treinam no Paraná Clube podem se gabar de ter no sangue o DNA do Rei Pelé. Com a bola nos pés, eles mostram técnica, habilidade e bom chute com as duas pernas. A facilidade com a redonda e o soco no ar após o gol marcado em uma brincadeira são bons indícios: os netos Octavio Felinto Neto, de 12 anos, e Gabriel Arantes do Nascimento, de 10, podem mesmo ter herdado boa carga genética para brilhar nos gramados.

Depois da "frustração" de ver o filho Edinho jogando como goleiro, o craque tem chances de se animar com o futebol dos netos que ele mal conhece. Os garotos são filhos de Sandra Regina Arantes do Nascimento Felinto, reconhecida em 1996 como filha do Rei após longa batalha judicial.

Vítima de um câncer de mama, Sandra morreu em 2006 sem ter o contato desejado com o pai – os encontros se deram apenas nos tribunais. Pouco depois, Ozéas Felinto, pai dos garotos, mudou-se para Curitiba, casou-se com a cantora Cristiane Marques e colocou a dupla para treinar na escolinha do Atlético Paranaense, onde ficaram até o fim do ano passado.

- Eles (Atlético) têm uma estrutura excelente, mas senti que estavam começando a se promover em cima dos garotos. No Paraná, eles estão mais tranquilos - afirma Ozéas.

Santistas fanáticos, Octavio e Gabriel moravam em Santos e treinavam na escolinha do Peixe até a morte de Sandra, há quatro anos. Antes, também passaram pela escolinha do Litoral, que tinha o comando de Pelé e do também ex-jogador Manoel Maria. Na Baixada, nunca encontraram o avô ilustre. O único contato ocorreu já na capital paranaense, em março do ano passado. E por esforço dos meninos, que queriam muito conhecer Pelé.

- Eu estava doente e meu pai me levou para o hospital (Pequeno Príncipe, especialista em medicina infantil). Lá, vi uma faixa dizendo que meu avô iria inaugurar um projeto no local. Então falei pro meu pai que queria conhecê-lo, era a chance. E ele fez de tudo para nos encontrarmos - explica Gabriel.

Ozéas, pastor evangélico e com bom trânsito na política paranaense (seu irmão já foi vereador e deputado), conseguiu descobrir o hotel em que Pelé se hospedaria. Reservou um quarto para ele e os filhos. E promoveu o encontro no saguão, para alegria de fotógrafos e repórteres que registraram o momento. Na ocasião, o Rei prometera um contato maior com os netos e disse que ligaria em breve para saber novidades. - Nada disso aconteceu. Infelizmente... - lamenta Ozéas.

No mesmo dia, o pai levou Octavio e Gabriel para o jantar beneficente promovido por Pelé, que angariaria recursos para o tal hospital. Esperaram o fim do evento para uma nova conversa com o craque, mas não foram atendidos. Mesmo assim, os netos lembram com carinho do avô. - Como Pelé, foi o maior jogador da história. Se conseguir fazer um pouco do que ele fez, vai ser legal. Mas ainda não somos nada - avisa Octavio.

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