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Brasil

Murilo reúne-se com o setor produtivo e defende desoneração tributária

1 Set 2010 - 07h15Por Fátima News

Pelo menos 500 pessoas, entre empresários, comerciantes, prestadores de serviços e profissionais liberais reuniram-se na noite de ontem (30.08) em Campo Grande com o candidato a senador Murilo Zauith. Na ocasião ele defendeu a desoneração tributária como forma de garantir o fortalecimento da atividade econômica, a atração de novos investimentos privados para o estado e a geração de postos de trabalho.

 

 Além de Murilo, participaram do encontro o candidato a suplente de senador Edil Albuquerque, o governador André Puccinelli, o prefeito Nelson Trad Filho e o presidente da Câmara Municipal de Campo Grande, Paulo Siufi, além de outras lideranças políticas, e dos setores da indústria, comércio, serviços e profissionais liberais.

 

Murilo defendeu o modelo implementado nos últimos três anos e meio de governo, que estabelece a geração de novos postos de trabalho por meio de incentivos fiscais ao setor produtivo. “Dessa maneira conseguimos atrair uma série de indústrias que garantiram a geração de mais de 50 mil empregos”, argumentou.

 

Apesar do sucesso da administração nesse contexto, Murilo disse que é preciso avançar ainda mais, principalmente por meio da desoneração tributária no âmbito do setor comercial, que hoje é responsável por mais de 60% do que é arrecadado pelo governo. Para corrigir essa situação ele disse que um dos primeiros projetos que apresentará no Senado terá como objetivo ampliar o teto do Simples, de R$ 2,4 milhões para R$ 3,6 milhões.

 

“Todos os tributos foram agrupados por meio de lei federal para que o micro e o pequeno empresário pagassem um só imposto. Nós temos que aumentar este teto para que mais empresários possam se integrar a esse sistema simplificado de tributação”, defendeu.

 

A reforma tributária foi outro ponto defendido por Murilo durante o encontro. “Temos que rever a forma como o bolo formado pela arrecadação de impostos é dividido. Hoje o governo federal fica com dois terços de tudo o que é recolhido, o que provoca a manutenção da chamada “política do pires na mão”. Os municípios ficam sem recursos próprios para investimentos e os Estados também são penalizados por conta do atual sistema distributivo”, destacou.

 

Apoio - Na reunião, além de Puccinelli, Nelson Trad Filho e Paulo Siufi, manifestaram apoio à candidatura de Murilo o presidente da Fiems, Sérgio Longen, e o ex-prefeito de Campo Grande, Juvêncio César da Fonseca.

 

 

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