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MT abate 150 cabeças bovinas contrabandeadas da Bolívia

14 Ago 2007 - 09h59
 

O Indea (Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso) abateu 150 cabeças de gado que entraram no Estado de forma irregular, ou seja, sem a documentação exigida pelo órgão e que comprova a origem e a sanidade dos animais. Cumprido as normas internacionais de sanidade, o Instituto incinerou os bovinos contrabandeados no local onde foram apreendidos em Vila Bela da Santíssima Trindade, município que faz fronteira com a Bolívia e de onde se suspeita que o rebanho tenha sido adquirido.

As autoridades sanitárias mato-grossenses descartaram ontem a existência do vírus de febre aftosa no rebanho apreendido e afirmam que não havia qualquer outra enfermidade nos animais. O abate faz parte do procedimento contido no Código Internacional Zoo-sanitário, que determina que animais sem origem em território brasileiro devem ser abatidos, em detrimento da segurança dos rebanhos locais.

A carga contrabandeada foi interceptada na última quinta-feira por equipes do Indea e da SFA/MT (Superintendência Federal de Agricultura do Mato Grosso), que atuam na região de fronteira com o intuito de coibir o contrabando de animais para o território mato-grossense. Ainda ontem, por meio de nota à imprensa, a Famato (Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso) criticou a forma como a notícia foi disseminada e ratificou que em momento algum os animais foram tratados como "suspeitos de febre aftosa".

Ainda no texto, a entidade lamentou “a irresponsabilidade do produtor rural que realizou o trânsito de gado sem documentação necessária na fronteira do Estado com a Bolívia”. Para a entidade, as notícias que davam conta da existência de focos da doença no Estado – tanto na imprensa local como nacional - já impactaram de maneira negativa no mercado internacional, segundo o representante da entidade no Fórum Nacional de Pecuária de Corte, Eduardo Alves Ferreira Neto.

“A apreensão do gado contrabandeado foi mais uma demonstração da eficiência do trabalho realizado na fronteira pelas equipes do Indea e da SFA. Foram tomadas todas as medidas previstas nas normas internacionais. Não há nada que aponte para qualquer suspeita da doença e os animais foram abatidos em cumprimento às normas. É uma irresponsabilidade do produtor e, conseqüentemente, da imprensa que divulgou o abate sem checar os dados com as autoridades locais competentes. O prejuízo atinge não só os produtores, mas todo o país e justamente num momento onde se discute embargo e a abertura de novos mercados à carne mato-grossense e brasileira”, observa Neto.

O presidente do Indea, Décio Coutinho, reforça e garante que como não havia registro de procedência, o governo estadual seguiu as orientações do Código. "Os animais foram examinados um por um e não existe suspeita de nenhuma enfermidade. Seguimos apenas as determinações do Código zoosanitário", disse Coutinho.

 

 

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