Menu
SADER_FULL
quarta, 19 de dezembro de 2018
FARMÁCIA_CENTROFARMA_FULL
Busca
ITALÍNEA
Brasil

MS atrai novos interesses no setor sucroenergético

19 Ago 2010 - 18h12Por

Uma das apostas da administração pública estadual para diversificação da matriz econômica, o setor de agroenergia conta com o mesmo otimismo por parte da classe produtora.

A Feicana – Feira de Negócios do Setor de Energia – que já e tradição há oito anos na cidade paulista de Araçatuba, está acontecendo pela primeira vez em Campo Grande, vinda na esteira do crescimento do cultivo da cana-de-açúcar e da expansão das usinas sucroalcooleiras.

No Centro de Exposições e Eventos Albano Franco, mais de 90 expositores vindos de diversas regiões do Brasil apresentam as últimas tecnologias da agroindústria canavieira, e representantes de entidades ligadas ao setor participam de palestras e debates.

Para o presidente executivo da Udop (União dos Produtores de Bioenergia) e diretor da empresa Safra, promotora da feira, Antonio Cesar Salibe, não há dúvidas que Mato Grosso do Sul vai alcançar a meta de ser o segundo produtor nacional.

“Nós enxergamos essa região como a Araçatuba de oito anos atrás, como a última fronteira agrícola para esse setor”, afirma, destacando que a cidade paulista duplicou a produção nesse período de menos de uma década.

Ele explica que, de modo geral, projetos do setor tiveram um freio por conta da crise econômica, mas que o cenário já está sendo retomado e que 2011 vai ser um ano de bons preços para os produtos da industria sucroalcooleira.



Vantagens geográficas e de clima colocam Mato Grosso do Sul na frente na corrida pela expansão, ao lado do Goiás, mas ainda mais competitivo que esse Estado, na avaliação de Salibe. “E aqui nós sabemos que o governo do Estado tem um carinho especial por esse setor. Essa vontade política é muito importante para trazer novos projetos”.

Mais um aspecto positivo é a presença de grandes negócios já instalados. O presidente executivo da Udop aponta que a tendência é o crescimento dessa cadeia, com investidores consolidados atraindo recursos externos. “Aqui já temos os grandes grupos, como ETH, Bertin, Louis Dreyfus, e os recursos internacionais vêm com os grandes grupos”.

Para dar vazão a todo o potencial sul-mato-grossense, no entanto, ainda é preciso fortalecer a logística. “Devido à distância, o Estado tem um custo maior, por isso é preciso, por exemplo, concretizar ao menos um dos projetos de alcoolduto”, exemplifica Salibe, que é otimista quanto à capacidade de um montante de produção que viabilize o duto de transporte. Associado a esse empreendimento, é necessário fortalecer as redes rodoviárias e ferroviárias e consolidar a saída para o Pacífico.

Deixe seu Comentário

Leia Também

A QUE PONTO CHEGAMOS
Mãe mata o próprio filho após ser flagrada com amante pelo menino
MINÍSTRA DO MS NO GOVERNO BOLSONARO
Tereza Cristina anuncia seis secretários para Ministério
FAMOSIDADES
Silvio Santos se pronuncia sobre polêmica com Claudia Leitte e reage a campanha feminista
NOVELA GLOBAL
'O sétimo guardião': Sóstenes cometeu crime por amor a Luz
ABUSO SEXUAL
João de Deus se entrega para a polícia
ACIDENTE
Criança de dois anos se enforca com a alça da bolsa enquanto brincava em escola
CASO JOÃO DE DEUS
Marina Ruy Barbosa intervém no caso João de Deus e impede uma grande tragédia
PRISÃO DECRETADA
Justiça de Goiás decreta prisão de João de Deus
STARTUPS NO BRASIL JÁ É SUCESSO
O sucesso das startups no Brasil e algumas novas apostas no mercado
REVOLTANTE
Filha de João de Deus diz que foi abusada dos 10 aos 14 anos: 'Meu pai é um monstro'