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31 de Julho de 2017 09h12

Motorista é preso por causar acidente fatal no Campo Grande, em Santos

Renault Duster conduzido pelo acusado atingiu táxi em cruzamento e depois invadiu bar, causando a morte de uma cliente de 58 anos

Diario do Litoral
Foto: Yuri KauanFoto: Yuri Kauan

O músico Ítallo Franco Chagas, de 27 anos, foi preso por causar um acidente fatal no Campo Grande, em Santos, sob efeito de bebida alcoólica na madrugada deste domingo (30). Após ser autuado na Central de Polícia Judiciária (CPJ), ele foi recolhido à cadeia anexa ao 5º Distrito Policial (Bom Retiro) na Zona Noroeste. Nesta segunda-feira (31), ele deverá passará por uma audiência de custódia no Fórum de Santos.

A vítima fatal foi a faxineira Sonia Ferreira, de 58 anos, que estava em um bar quando foi atingida pelo Renault Duster dirigido pelo músico, à 1h55, na esquina das ruas Almirante Barroso e Pedro Américo. Antes de atingir a mulher, o carro bateu em um táxi, um Spacefox, naquele cruzamento. Quatro passageiras do táxi, uma professora, duas estudantes e uma psicóloga, também sofreram ferimentos.

Sonia foi socorrida inicialmente para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Central e depois foi levada para a Santa Casa de Santos, onde faleceu.

As passageiras do táxi foram levadas para a UPA. Procurada pelo Diário do Litoral, a unidade não divulgou informações sobre o estado de saúde destas vítimas.

Sinalização

O motorista do táxi, de 47 anos, trafegava pela Rua Pedro Américo em direção ao Canal 2 quando foi surpreendido pelo Renault Duster. Na Central de Polícia Judiciária (CPJ), ele afirmou que o músico não respeitou a sinalização de parada, por solo e placa, da Rua Almirante Barroso.

O músico afirmou aos policiais que não viu a sinalização de parada e admitiu que havia bebido uma lata de cerveja.

Plantonista da CPJ, o delegado Otávio Augusto Carvalho determinou que Chagas fosse submetido a exame clínico no Instituto Médico Legal (IML), que apontou embriaguez, porém sem alteração da capacidade psicomotora.

O acusado, ainda segundo o boletim de ocorrência, estava sem habilitação para dirigir.

Diante da inafiançabilidade pelos delitos em concurso, o delegado determinou a remoção do músico ao cárcere.

Diário não localizou a defesa do músico. 

 

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