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Moka diz que impostos e encargos trabalhistas inibem investimentos

26 Ago 2010 - 14h28Por TV Morena

O candidato ao Senado Waldemir Moka (PMDB) defendeu, em entrevista ao Bom Dia MS, a preparação do Estado para avançar no processo de industrialização e prometeu que, sendo eleito, vai priorizar no debate no Congresso aprovação da emenda que carimba recursos para a saúde pública.

Waldemir Moka participou nesta quinta-feira da rodada de entrevistas no Bom Dia MS. Já foram entrevistas os candidatos Dagoberto Nogueira (PDT), Jorge Batista (PSOL) e Murilo Zauith (DEM). Nesta sexta-feira será entrevistado Delcídio Amaral (PT).

Segundo Moka, a "pulverização" dos investimentos, para que outras regiões do Estado se desenvolvam na área industrial depende da preparação do Estado em relação à infra-estrutura de transportes e logística, qualificação de mão de obra e políticas de incentivo. “Não adianta a indústria gerar empregos sem mão-de-obra qualificada”.

A solução para a falta de profissionais, segundo Moka, é estimular a formação por meio do Sistema S (Sesi, Senai, Sesc, Senac, Senar) e ampliar as escolas técnicas. Moka vê problemas na infra-estrutura portuária e transporte hidroviário, mas nota que o modal ferroviário vai resolver o gargalo do escoamento da produção por meio da ferrovia que ligará Maracaju e Dourados ao Porto de Paranaguá.

Encargos sociais e trabalhistas

Moka disse ainda que vai defender no Senado, caso seja eleito, a desoneração do setor produtivo e redução dos encargos sociais e trabalhistas. “Cada emprego gerado exige o dobro de investimento por causa dos encargos”, analisa, notando que há pontos da reforma tributária que precisam ser equalizados. O principal deles é a receita tributária. Moka defende a desconcentração das receitas públicas. “O governo federal concentra 60% de tudo que se arrecada”.

Para Mato Grosso do Sul não perder o "boom industrial", segundo Moka, é necessária uma "representação política forte e determinada" no Congresso. Ele não acha que o processo de industrialização possa afetar os investimentos no setor produtivo, tomando áreas com vocação agropecuária. “Mato Grosso do Sul pode incorporar, ainda, 1 milhão de hectares ao processo produtivo”, disse.

Sobre a pecuária, Waldemir Moka lembrou que emenda de sua autoria na LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) assegurou recursos para a Vigilância Sanitária Animal e Vegetal agora em caráter permanente, sendo proibido o contingenciamento (represamento) das verbas para que não se repita casos de infestação da febre aftosa por falta de ações sanitárias.

Este ano foram consignados em torno de R$ 40 milhões e espera que no próximo orçamento sejam destinados R$ 200 milhões para a sanidade animal e vegetal em todos os estados brasileiros.

Prioridade - O candidato ao Senado do PMDB diz que na próxima legislatura vai colocar o problema da saúde como questão crucial, articulando para que o Congresso defina com mais rapidez a aprovação da Emenda 29, que determina a aplicação de 10% do orçamento em ações de saúde.

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