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23 de Outubro de 2004 08h43

Ministério volta atrás sobre ratreabilidade bovina

O Ministério da Agricultura volta atrás e atende o pedido dos produtores rurais sobre a rastreabilidade bovina. O sistema não é mais obrigatório para a carne comercializada no mercado interno. Tem fazendeiro que é contra.

Um recado para os ladrões. O caminhão viaja rastreado por satélite. Uma central acompanha tudo. “Sabe tudo, sabe exatamente onde o veículo está”, explicou o motorista, Carlos Scheneider.

O percurso da vida de um boi está em um brinco. É uma espécie de chip que faz a rastreabilidade da saúde do animal, desde o nascimento à mesa do consumidor.

No veículo, coloca o aparelho de monitoramento quem quiser. No campo, a partir de agora, não será diferente. A rastreabilidade do animal passa a ser facultativa.

Depois de dois anos, o sistema não é mais obrigatório. No período em que vigorou, quase 10 milhões de bovinos no Estado usaram o brinco da rastreabilidade. O restante, quase 15 milhões tinham até 2007 para se adequar a norma.

Em uma reunião, técnicos da Federação de Agricultura e Pecuária fizeram um balanço do que significa o fim da exigência. “Eeconomia de até R$ 100 milhões que iam ser gastos até 2007”, afirmou o economista Cláudio Mendonça.

“A não obrigatoriedade da reastreabilidade vai fazer com que os frigoríficos paguem um melhor preço”, afirmou o presidente da Famasul, Léo Brito.

O produtor Antônio José de Oliveira, pensa diferente. Considera o fim da rastreabilidade um prejuízo. “Vai ser mordido no bolso, o rastreado vale mais”.

Mas quem quiser ganhar dinheiro com a exportação de carne não pode lançar mão da rastreabilidade. O mercado europeu ainda exige o histórico do animal que compra.
 
 
 
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