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Média das exportações em setembro foi a maior do ano

6 Set 2004 - 17h01
As exportações superaram as importações em US$ 551 milhões na primeira semana de setembro, registrando a maior média diária exportada do ano, no valor de US$ 458,7 milhões. Em apenas três dias úteis, as vendas externas brasileiras atingiram US$ 1,376 bilhão, montante 38,6% superior ao apurado em setembro de 2003. As importações, que totalizaram US$ 825 milhões, tiveram média diária de US$ 275 milhões e um crescimento de 31,1% frente ao mesmo mês do ano passado. Com o resultado semanal, há um superávit acumulado no ano de US$ 22,502 bilhões.

- Os números da balança comercial brasileira estão ótimos, tanto do ponto de vista das exportações como das importações. Só esperamos que os dois cenários se mantenham em 2005 - afirmou o vice-presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro.

Para Castro, o aumento das importações significa que o crescimento da economia está, de fato, consolidando-se. Quanto às exportações, o vice-presidente da AEB acredita que os empresários brasileiros descobriram de vez o mercado internacional.

- As pessoas não se dão conta que um superávit comercial de US$ 33 bilhões para este ano corresponde a cerca de R$ 100 bilhões líquidos e extras que serão jogados na economia - destacou Castro.

De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, houve crescimento das três categorias de produtos na pauta de exportação: manufaturados (56,2%), semimanufaturados (30,1%) e básicos (15,1%). O Brasil vendeu mais, principalmente, aviões, laminados planos, açúcar refinado, óxidos e hidróxidos de alumínio, óleo de soja refinado, álcool etílico, obras de marcenaria, tubos de ferro fundido, tratores, calçados, móveis, máquinas e aparelhos para terraplanagem, couros e peles, algodão, fumo em folhas e carnes em geral. Em relação ao mês anterior, as vendas externas subiram 11,4%.

Nas importações, ampliaram-se os gastos com químicos orgânicos e inorgânicos (103,3%), filamentos e fibras sintéticas ou artificiais (80,7%), aeronaves e peças (76,3%), produtos farmacêuticos (65,3%), instrumentos de ótica e precisão (50,6%), plásticos e obras (40,5%), equipamentos elétricos e eletrônicos (27,9%), veículos e partes (27,4%) e adubos e fertilizantes (26,4%). Frente a agosto, as compras externas aumentaram 7,6%.
 
O GLOBO

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