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Brasil

Luxemburgo se vê na seleção brasileira no futuro

28 Ago 2007 - 09h36
Sempre contido ao falar sobre suas chances de retornar à seleção brasileira, o técnico Wanderley Luxemburgo revelou na noite de segunda-feira que ainda não desistiu de trabalhar novamente para a CBF.
Luxemburgo externou alguns dos seus planos durante palestra proferida para a Associação dos Cronistas do Estado de São Paulo (Aceesp), em um hotel da capital. “Acho que vou voltar para a seleção no futuro, porque me preparo todo dia para que isso aconteça. Não quero derrubar ninguém, mas esse é o objetivo de qualquer um. Minha carreira pode me conduzir a isso”, disse o treinador do Santos.
No final do evento, Luxemburgo fez ressalvas sobre o assunto à imprensa. “Não queria que nada do que eu falei na palestra fosse interpretado de outra maneira. Não disse que quero voltar à seleção brasileira”, corrigiu.
Quando Carlos Alberto Parreira deixou o comando da seleção brasileira após fracassar na Copa do Mundo do ano passado, Luxemburgo era o técnico mais cotado para assumir o cargo. Mas Ricardo Teixeira, presidente da CBF, surpreendeu ao apostar na contratação do inexperiente Dunga.
Luxemburgo já dirigiu a seleção brasileira entre 1998 e 2000. A passagem ficou marcada pela eliminação dos Jogos Olímpicos de Sydney contra Camarões. O que motivou a demissão do treinador, no entanto, foram as acusações de falsidade ideológica, sonegação de impostos e outras, nenhuma comprovada.
Os números de Luxemburgo à frente da seleção brasileira são satisfatórios. Desde a estréia com empate por 1 a 1 em amistoso contra a Iugoslávia, dia 23 de setembro de 1998, em Maceió, ele dirigiu o time em 35 oportunidades, sendo 22 vitórias, oito empates e apenas cinco derrotas. No currículo, o título da Copa América de 1999, disputada no Paraguai, e o vice da Copa das Confederações no mesmo ano.
Ainda na palestra desta segunda-feira, Luxemburgo mencionou a seleção brasileira em, pelo menos, outras duas ocasiões. O técnico disse que não escalaria Ronaldo na polêmica decisão da Copa do Mundo de 1998, quando o atacante sofreu convulsões pouco antes do jogo diante da França. “Mas quem teria peito de tirar o melhor do mundo?”, questionou. Segundo ele, o incidente lhe serviu como experiência para lidar com o seqüestro da mãe de Robinho, afastado do Santos na época do problema.
Na última vez que Wanderley Luxemburgo se referiu à seleção brasileira, o tópico em questão era sonhos. Um dos ainda não realizados pelo treinador é a conquista da Copa do Mundo.
 
 
Gazeta Esportiva

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