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Brasil

Lula apóia entrada do México como país associado ao Mercosul

7 Jul 2004 - 14h05

Após um encontro de trabalho com o presidente mexicano, Vicente Fox, no Palácio do Itamaraty, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestou apoio ao interesse do México em se tornar Estado Associado ao Mercosul, assim como Chile, Peru e Bolívia.

Os países membros do grupo são Brasil, Paraguai, Argentina e Uruguai.

O passo inicial para o estabelecimento de um acordo de livre comércio entre o Mercosul e o México poderá, segundo o presidente brasileiro, ser lançado amanhã (8) durante a reunião de Cúpula do Mercosul em Puerto Iguazú, na Argentina.

"Recebemos com grande satisfação a manifestação de interesse do México em tornar-se país associado ao Mercosul. O passo inicial --estabelecer um acordo de livre comércio entre o Mercosul e o México-- será lançado em Puerto Iguazú, na Argentina, durante a cúpula do Mercosul", disse.

"Durante o exercício brasileiro da Presidência Pro-Tempore do Mercosul, no segundo semestre deste ano, vamos nos empenhar para fazer avançar essa associação entre México e Mercosul", revelou Lula.

O presidente disse que Brasil e México têm interesse e necessidade de estreitar os laços de cooperação, já que os dois países estão entre os mais populosos da América e apresentam economia com crescentes níveis de integração. Lula destacou que Brasil e México têm afinidades culturais e forte presença no cenário regional e mundial.

Lula destacou que o fluxo de comércio entre Brasil e México tem evoluído positivamente em ambas as direções nos últimos anos. Em 2003, as trocas comerciais alcançaram a soma de US$ 3,2 bilhões. "Hoje o México é o 5º maior mercado para as exportações brasileiras. Isso é resultado do enorme potencial de intercâmbio e integração entre nossas duas economias", afirmou.

Segundo Lula, a coordenação entre os dois governos tem dado frutos no plano multilateral, particularmente na Organização Mundial do Comércio (OMC). Ele afirmou que a convergência das posições e atuação articulada do Brasil e do México contribuíram para que o G-20 pudesse exercer papel relevante nessas negociações, o que foi fundamental para os países em desenvolvimento.

"Ele passou a ser um interlocutor essencial nas negociações de liberalização comercial e tem grande importância para a eliminação das assimetrias do comércio mundial", ressaltou.

"Nós temos que agir juntos porque juntos seremos muito mais fortes e muito mais respeitados", ressaltou o presidente brasileiro.

Depois de reunir-se com Lula para um encontro de trabalho com vários ministros, Fox viajou a São Paulo para uma reunião com empresários mexicanos e investimentos no Brasil. Mais tarde, ele parte no avião de Lula a Puerto Iguazú.

 

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