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Leia o artigo "POLITCA SUJA II: PERSEGUIÇÃO AO ELEITOR" por W.C.Chagas

6 Set 2010 - 15h34Por Wagner Cordeiro Chagas
Em continuidade a série de artigos que escrevo neste período eleitoral, descrevo neste uma segunda prática, que considero uma das mais ridículas e retrógradas por parte de alguns candidatos: a perseguição a eleitores devido a sua opinião política. Infelizmente, em pleno século XXI, num país de regime democrático, onde as liberdades individuais são garantidas pela Constituição Federal, esses artifícios ainda são utilizados.
Essas práticas foram muito comuns no Brasil dos tempos do Império (1822-1889) e da República Velha – fase da história nacional que se estende de 1889 até 1930, caracterizada inicialmente pelas gestões dos marechais presidentes Deodoro da Fonseca e Floriano Peixoto, até 1894 e, depois por um sistema de acordos existentes entre latifundiários ligados ao Partido Republicano Mineiro (PRM) e ao Partido Republicano Paulista (PRP) para se revezarem na Presidência da República e nos governos estaduais.
Era comum nessa época, a constante ocorrência de fraudes nas eleições, já que quem votava era obrigado a revelar a todos os presentes na seção, quem havia escolhido, prática conhecida como voto de cabresto. Sendo o voto aberto, as pessoas acabavam escolhendo, por pressão, sempre os candidatos ligados aos coronéis oligarcas das regiões interioranas do país, caso contrário poderia perder privilégios, como por exemplo, o emprego.
Guardada as devidas proporções, essa forma de intimidação do eleitor ainda é adotada por políticos, principalmente nos municípios de menor porte do Brasil. Tais políticos, além de se perpetuarem nos cargos, e possuírem uma ambição medonha pelo poder, não permitem que candidatos com novos ideais possam progredir e ser eleitos.
É algo confuso de entender, pois todos aqueles que se elegem para cargo político, no momento da posse prometem cumprir e respeitar a Constituição e demais leis. Contudo, parece que essas autoridades se esquecem do juramento feito e passam a desrespeitar a legislação ao tentar tirar um dos direitos basilares do cidadão: a liberdade de escolha, de opinião, de voto.
Candidato que faz política séria e honesta não persegue o eleitor por este apoiar determinado postulante a cargo eletivo, ao contrário, este tipo de candidato, que felizmente ainda existe, respeita e muito a opinião das pessoas, deixando-as livres para escolher o nome que melhor lhe represente. Portanto caro leitor, não se deixe levar por ameaças de políticos dessa espécie que só utilizam o poder em benefício próprio e não sabem o significado da palavra respeito. Político que não respeita seu direito de livre escolha não merece ser eleito de forma alguma. Pense nisso e exerça CONSCIENTE E LIVREMENTE O SEU DIREITO DE VOTO.

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