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27 de Maio de 2010 11h00

Leia o artigo "O Douradão é nosso e chega de balela" por Silva Junior

Silva Junior

Não sabeis vós que os que correm no estádio, todos, na verdade, correm, mas um só é que recebe o prêmio? Correi de tal maneira que o alcanceis. I Coríntios 9:24

 

 

Inconcebível sob todos os sentidos a possibilidade de devolver a administração do Estádio Fredis Saldivar, o Douradão, para Campo Grande. A obra figura como um dos principais, senão o principal cartão de visitas da segunda Capital sul-mato-grossense. Seria o mesmo que assinar um termo de incompetência administrativa, mais uma bordoada sem defesa em cada cidadão (ã) desse impotente pedaço de chão. Nada disso ocorreria se os homens da caneta pudessem sentar e discutir de forma elegante e em alto nível a problemática esportiva, cultural, de lazer e entretenimento dessa gente ordeira que vive na espreita de algo realmente plural e de relevância voltada para a maioria. Esse sem dúvida é um desafio aguardado com muita expectativa. As mãos calejadas querem receber tratamento respeitoso, produzido por grupo de pensadores apresentando ações efetivas numa política contemplativa e que viesse ao encontro do anseio de quem produz qualidade de vida, pagando seus impostos em dia, sem no entanto receber contrapartida benevolente. Nada se faz no mundo globalizado desleixadamente, a vida produz oportunidades para todos, basta ousar e buscar alternativas viáveis. Nesse momento seria de bom alvitre que nossas autoridades procurassem a melhor saída para colocar em prática algo que realmente contemplasse o espírito popular, até por que, atualmente a única situação que surpreende é o olhar com reservas que campeia o cotidiano dos quase duzentos mil habitantes douradenses e dos mais de quinhentos mil moradores dos mais de trinta municípios circunvizinhos da Grande Dourados, Vale do Ivinhema, Fronteira, Cone Sul, etc. Devolver o comando do Estádio Douradão para Campo Grande não resolve. Necessário se faz unir forçar e agir em parceria, sem colocar responsabilidade na costa de outrem, jeito tem para manter acesa a esperança dessa gente honesta, politizada, crítica e pacifica, aliás, pacífica até demais pela sua importância. A marcha tem ser desse pelotão vencedor, mas que tenha realmente voz e vez, em vez de assistir a um monte de propostas improdutivas, sem direcionamento e até indecentes, na busca de resposta condescendente com a realidade austera mostrada principalmente em campanhas eleitorais. Faço apelo em nome de Dourados e peço ao prefeito, vice-prefeito, governador, vice-governador, aos oito deputados federais, aos dois senadores, aos vinte e quatro deputados estaduais, aos doze vereadores, secretários, empresários, entidades de classe, sindicais, estudantes, universidades, padres, pastores, produtores rurais, enfim, a toda camada social para uma ação urgente, urgentíssima em prol do segmento esportivo e cultural dois dos principais gargalos da Cidade Modelo. O Douradão é nosso, é de todos os sul-mato-grossenses. Basta boa vontade, humildade, hombridade e coragem para dar resposta satisfatória ao público em geral. A mesma política mostrada em conquistas como nas áreas de saúde, educação, segurança e infra-estrutura deve representar o mesmo peso nesses segmentos. Diversão e arte já! Ninguém suporta mais essa balela, é muita conversa para boi dormir. Chega!!! O povo merece respeito e ponto final.

       

*Jornalista, formado pelo Centro Universitário da Grande Dourados (Unigran)

MTB 772 (DRT/MS)

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