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Brasil

Leia o a artigo “Parlamentar ou Pralamentar”, por Demerval Nogueira

1 Jun 2010 - 11h25Por Demerval Nogueira

Parlamentar ou Pralamentar?

 

 

Demerval Nogueira*

 

 

Ano de 2010 em ação global brasileira, ano de muitas falácias e muito barulho tipo longa metragem, afinal é ano eleitoral e, porque não dizer, também de Copa do Mundo! Salve! Salve meu povão verde e amarelo! Vai ser barulho para todos os lados e rojão que sobe e arrebenta! Na verdade, o povo brasileiro, com exceções óbvias carrega no sangue a grande ‘magia’ de politicar, entrar no ritmo do carnaval e discutir o esporte ‘Bretão’. A eleição acontece no dia 3 de outubro, exatamente no domingo, é pra votar e não folgar no dia do ‘descansinho’ do final de semana. O povão brasileiro finge não gostar nada da propalada política, entretanto quando começa a esquentar as ‘turbinas’ das eleições, boa parte não, mas tem neguinho que sapateia, pula, se espreme, esfola-se e grita trajado a ‘rigor’, com direito a tudo, camiseta, botons, adesivos pregados nas costas, na cueca, aliás, carregar ‘objetos’ na cueca virou moda em nosso país, tudo isto ostentando a bandeirola do seu predileto, todo esfuziante e na expectativa de vencer a contenda eleitoral! E até mesmo, firmando aposta.

 

 

Nesta temporada mais de 127 milhões de eleitores localizados em todos os quadrantes do Brasil vão escolher o novo ou a nova presidente da República Federativa tupiniquim, dois senadores em cada Estado brasileiro, incluindo o Distrito Federal, 513 deputados federais, 27 governadores e todos os deputados estaduais que representam seus respectivos Estados nas Assembléias Legislativas, inclusive os deputados distritais. Portanto, é candidato Brasil afora, que não acaba mais... E é ai onde reside o perigo! Começa a propaganda eleitoral, grande parte do ‘consagrado e eternizado’ eleitorado já diz logo, “só voto em quem me pagar bem! Se não me arrumar uma ‘grana’, não voto em ninguém este ano”. Eu pergunto, seria uma má formação, digamos, educacional? Ou os acontecimentos políticos que geram as ‘fabulosas’ notícias de constantes escândalos? Mau costume? O descrédito que o eleitor tem quando o assunto gira em torno de política e políticos? Ou a falta de representatividade de grande parte dos seus representantes nas diversas esferas?

 

 

Só temos a dizer que, política é coisa séria! Vamos escolher nossos representantes por quatro anos de mandatos e os novos senadores por oito anos. É preciso ter cautela e raciocinar com precisão, averiguar corretamente a postura do candidato seja para este ou para aquele cargo e, procurar sempre escolher o melhor. Nós vivemos em um país onde a credibilidade política deixa muito a desejar, isto porque nós temos representantes na condição de Parlamentar e ‘Pralamentar’! É sério tudo isso que estou afirmando. O que nós brasileiros não podemos é generalizar, ou seja, colocar todos os políticos no mais baixo patamar, como se todos fossem corruptos, assim como, não podemos estabelecer cristalinamente que todos sejam os verdadeiros arautos da moralidade pública. Longe disso. Mas você não precisa dizer que não vai votar em candidato nenhum, este tipo de ação não leva a nada, apenas favorece a proliferação dos lacaios. É necessário votar, o voto é obrigatório para maiores de 18 anos, é preciso escolher e escolher bem. Tem muita gente boa na política é só analisar o perfil, proceder a um ‘retrato psicológico’ e, depois que você votar e ele se eleger, cobre dele, fiscalize seu trabalho, suas ações, o que está e o quê não está correto?

 

 

Hoje nós estamos na era da globalização (se bem que, na minha ótica a globalização é uma vertente obscura criada pelos países desenvolvidos para locupletar-se, atrofiar e pisotear os países pobres e emergentes forçando-os a acompanhar, traçarem planos e verificar que não tem condições de sair do submundo da miserabilidade). Mas estamos vivenciando também a era da interatividade, digital, da informática, onde tudo pode ser analisado à longa distância. Portanto, votar é preciso. Escolher bem é praticamente uma obrigação.

 

*O autor é Jornalista, Radialista e acadêmico do curso de Tecnologia em Recursos Humanos na Anhanguera/Uniderp

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