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Ladrões roubam ladrões e são assassinados a mando do PCC

30 Jul 2010 - 09h48Por Folha

Uma trapaça orquestrada por uma quadrilha ligada ao PCC (Primeiro Comando da Capital) contra outra da mesma facção criminosa deflagrou uma guerra entre ladrões no interior de São Paulo que já deixou, até agora, ao menos cinco mortos.


Os corpos começaram a aparecer em junho.



Três na área rural de Itatiba, à 84 quilômetros de São Paulo e dois na cidade vizinha, Jarinu.

Todos foram encontrados do mesmo jeito: amordaçados, com as mãos amarradas por fitas adesivas na frente do corpo e baleados.

Escutas telefônicas realizadas pela Polícia Civil indicam que as mortes foram resultado de um "tribunal do crime", instalado na favela São Camilo, em Jundiaí (58 km de São Paulo).

Nos últimos dias, quatro acusados pelas mortes foram presos. Outros dois ainda são procurados.


O ROUBO

A guerra interna começou quando ao menos dez criminosos da região de Jundiaí roubaram uma carga de produtos eletroeletrônicos.

A poucos dias de revender o produto do assalto, os ladrões da facção criminosa em Jundiaí foram surpreendidos. Outros bandidos, também do PCC, roubaram a carga que ainda estava com eles.

Os ladrões assaltados pediram, então, uma autorização para chefes da facção - que estão presos - para "investigar" o crime.

Com o aval dos presidiários, os chefes dos ladrões de Jundiaí passaram a interrogar cada um dos membros da quadrilha. Descobriram, então, que um deles havia passado informações sobre a carga roubada.


CRUELDADE

A partir da descoberta, os chefes da facção obrigaram o traidor da quadrilha a entregar cada um dos outros criminosos que haviam participado do assalto ao grupo.

Os bandidos usaram requintes de crueldade durante o assassinato do grupo que praticou o segundo roubo.

Eles foram amarrados e torturados antes de, finalmente, levarem o tiro fatal.

A polícia teve acesso às imagens dos crimes. Os espancamentos e os assassinatos dos julgados pelo PCC costumam ser transmitidos por celular para chefes da facção dentro dos presídios.

Por causa desse monitoramento dos celulares, a polícia acredita que o número de mortos na guerra interna pode chegar a dez.

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