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Jornal destaca Moka, o ex-professor de cursinho da Capital

20 Set 2010 - 15h31Por Fátima News com assessoria

Com tiragem de 10 mil exemplares, começa a circular nesta semana em Campo Grande a edição de setembro do jornal Galera da Escola. O jornal traz reportagem especial com o candidato ao Senado pela coligação “Amor, Trabalho e Fé”, Waldemir Moka, ex-professor de Química em cursinho pré-vestibular da Capital.
 
Em duas páginas, Moka conta detalhes da sua juventude e o desejo que tinha de se tornar líder estudantil e militante político, mesmo sem ter idade para participar dos movimentos daquela época em que a liberdade de expressão era sufocada pelos órgãos oficiais.
 
“Eu não tinha idade para participar dos atos contra o regime militar. Só consegui externar meus sentimentos, dar vazão as minhas ideias, quando entrei para a faculdade de Medicina da Universidade Federal do então Mato Grosso, hoje a nossa UFMS”, lembra.
 
Moka declara que sempre foi uma criança sonhadora. “Era uma criança que questionava tudo. Não deixava passar nada. Fui crescendo com esse perfil de buscar justiça, de obedecer as regras impostas pelos meus pais, por meus professores. Cresci ouvindo bons conselhos sobre comportamento humano”, destaca.
 
O ex-professor diz que os fatos que se seguiram ao Golpe de 64 estão vivos em sua memória. “Ali comecei a pôr em prática os conceitos daquela criança questionadora. Eu queria me filiar a um partido para combater aquilo que me incomodava. Lembro que cheguei a pegar ficha para me ingressar numa agremiação, mas não me deixaram, claro, pois eu não tinha idade”, afirma.
 
Moka explica que virou professor de cursinho por necessidade e se diz feliz por ter feito essa escolha. “Eu fazia Medicina e precisava ganhar dinheiro para me sustentar. Minha família não tinha condições de me manter. Fui à luta e passei a dar aulas de Química. Acertei em cheio”, relembra.
 
O deputado afirma que tinha muito carinho por aqueles jovens e garante que a recíproca era verdadeira. “Eu adorava dar aulas. Não via a hora de correr pro colégio para estar naquele ambiente. Talvez seja por isso que eu era um dos professores mais populares do Objetivo Dom Bosco. Quando você faz o que gosta tudo fica mais fácil”, conta, orgulhoso.


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