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CANTINA BAH
Brasil

Itaporã volta debater fruticultura

11 Ago 2004 - 07h19
Na próxima sexta-feira será realizada em Itaporã uma reunião para ampliar as conversações a respeito da implantação do projeto de fruticultura do município. Representantes do poder público, profissionais ligados ao setor e instituições de crédito confirmaram presença.
Segundo o gerente de Desenvolvimento Econômico de Itaporã, Otávio Vieira de Melo, com o interesse de uma indústria de beneficiamento de frutas cristalizadas, o projeto do distrito de Santa Terezinha, iniciado na década de 90 “deverá sair do papel”.
Em julho, empresários da Unifrutas, de Mirandópolis (SP), estiveram em Itaporã, conheceram o projeto de irrigação e se mostraram interessados em ser parceiros dos produtores rurais que foram beneficiados com a irrigação. Segundo Otávio, será uma reunião técnica e será mostrado todas as perspectivas para o setor. “Itaporã vive um bom momento e a fruticultura será mais uma fonte de renda e empregos”, disse o gerente. A reunião, a ser realizada na prefeitura de Itaporã, a partir das 09h, também vai tratar sobre linhas de crédito.
VIABILIDADE
Na reunião que mantiveram com o prefeito Antonio Cordeiro (PL) e com os produtores de Santa Terezinha, os produtores classificaram como muito viável o implemento da diversificação em Santa Terezinha, e diante deste importante projeto, que visa garantir o mercado para os produtores como também todo o acompanhamento tecnológico, estão procurando parcerias com o município. A empresa tem como prioridade à implantação dos pomares, onde seria essencial a disponibilidade de cinco hectares de área para cada produtor.
Segundo o diretores, o interesse maior da empresa na região seria o volume de produção visando um crescimento de negócios com possibilidades de exportação em grande escala para o Mercosul. Para isso, a empresa daria suporte técnico durante dois anos, e após este período passaria o controle dos negócios para cooperativas ou mesmo para o setor privado.
A partir do plantio dos pomares, a primeira safra leva de 15 a 20 meses para ser colhida. A princípio o produto in natura seria levado para o interior de São Paulo, para ser industrializado.
O PROJETO
O distrito de Santa Terezinha possui uma área de 3,5 mil hectares onde existem 138 lotes de propriedade de 108 produtores, sendo a área beneficiada com o sistemas de irrigação de 1,5 mil hectares.
Os investimentos no distrito se iniciaram em 1987, em parceria com o Governo Federal, com implantação de cinco sistemas de irrigação visando melhorar o desempenho produtivo dos agricultores daquela comunidade e conseqüentemente proporcionar o seu desenvolvimento de forma sustentável, com renda, emprego e melhor qualidade de vida. Já foram aplicados mais de R$ 20 milhões.
 
Diário MS

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