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Insatisfação no PT turbina candidatura de Murilo e Moka ao Senado

14 Ago 2010 - 08h12Por Conjuntura Online

A insatisfação dentro do PT com um dos candidatos ao Senado pode turbinar a campanha dos adversários, que brigam pelos cargos pela coligação Amor, Trabalho e Fé, liderada pelo governador André Puccinelli (PMDB), conforme prevêem os analistas políticos. 

Quem não está agradando aos petistas é o deputado federal Dagoberto Nogueira (PDT), que tenta uma das cadeiras do Senado ao lado do senador Delcídio do Amaral (PT). Alegam que o pedetista não está investindo como deveria, além do mais apontam um desgaste político muito grande do parlamentar como um dos fatores negativos à campanha do ex-governador Zeca do PT.

Candidatos a deputado estadual e federal criticam a falta de apoio financeiro de Dagoberto, o que, segundo analistas, pode fortalecer ainda mais as candidaturas do deputado federal Waldemir Moka (PMDB) e do vice-governador Murilo Zauith (DEM), em elevado crescimento, principalmente na região da Grande Dourados.

Inconformados com o fato de não estarem sendo atendidos, os deputados estaduais Pedro Kemp e Amarildo Cruz não poupam críticas a Dagoberto, preservando apenas o nome da ex-primeira-dama do Estado, Gilda dos Santos, candidata a suplente na chapa do pedetista.

Argumentam que Dagoberto coleciona uma série de notícias polêmicas, que passa pela briga interna que culminou com a saída de três deputados estaduais do PDT (Ary Rigo, Onevan de Matos, ambos do PSDB, e Coronel Ivan (PRTB) e termina com a condenação por improbidade administração pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul).

Os petistas acreditam que, apesar de o TRE (Tribunal Regional Eleitoral) ter deferido o registro da candidatura do deputado, há um desgaste natural perante a opinião pública que pode abalar a candidatura de Zeca e de outros companheiros de palanque.

Pelo mesmo problema, o vereador de Dourados, Júnior Teixeira (PDT), desistiu de sua candidatura à Câmara dos Deputados para apoiar outros nomes pertencentes à coligação de André Puccinelli. 

Em recente entrevista à imprensa o ex-prefeito de Dourados, Laerte Tetila (PT), também criticou o fato de o deputado não colaborar. Ele disse que está levando o nome de Dagoberto pelo interior “sem recurso nenhum”, que já conversou com ele sobre o assunto, mas que ainda “não houve sinalização”.

A queixa maior dos petistas é que enquanto Delcídio do Amaral já investiu R$ 1,4 milhão na campanha até agora, incluindo repasses a outros candidatos, Dagoberto gastou apenas R$ 17 mil, o que, segundo eles, inviabiliza totalmente o esquema montado visando eleger representantes na Assembléia e na Câmara.

“No meu caso, estou recebendo ajuda do senador Delcídio, o que nos dá uma boa musculatura. A minha preocupação é com o nosso grupo político, todo mundo perde, porque já tem companheiros deixando a chapa para fazer a campanha adversária”, reclamou o ex-deputado federal João Grandão. 

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