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Brasil

Infraero confirma atrasos e cancelamentos de vôos em todo país

23 Jun 2007 - 08h39
 

Dos 356 vôos programados em todo o país entre a 0h e as 8h30 deste sábado (23), 109 tiveram atraso de mais de uma hora, segundo boletim da Infraero, a estatal que administra os aeroportos. O número corresponde a 30,6% do total. Outros 23 vôos foram cancelados (6,4%).

O terminal que registrou maior percentual de atrasos foi o de Fortaleza (CE). Doze das 19 decolagens previstas nesse período ocorreram fora do horário marcado (63,1% do total). Em Brasília, mais da metade das partidas atrasaram. Das 13 operações previstas, sete tiveram atraso (53,8%).

Os cancelamentos foram registrados em Confins, na região metropolitana de Belo Horizonte (MG), Curitiba (PR), Fortaleza (CE), no Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Rio, em Goiânia, em Guarulhos (SP), no Recife (PE) e em Salvador (BA).

Movimento intenso

O sábado começou com movimento intenso nos principais terminais aéreos do país. No Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, os passageiros começaram a se aglomerar logo cedo nos guichês das companhias aéreas. A Infraero informou que aumentou para 20 minutos o espaçamento dos vôos que partem desse terminal para a Região Nordeste. O intervalo normal é de cinco minutos.

Apesar do grande número de passageiros nas filas, não há registro de tumultos. Segundo a Infraero, em Guarulhos, um em cada cinco vôos previstos até as 8h30 atrasaram mais de uma hora. Das 41 decolagens, oito ocorreram fora do horário previsto (19,5).
Em Congonhas, na Zona Sul da Capital paulista, a Infraero informa que dois vôos atrasaram mais de uma hora.

No Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Rio, dez dos 27 vôos atrasaram mais de uma hora (37% do total). Em Confins, na região metropolitana de Belo Horizonte, três dos 13 vôos tiveram o mesmo problema (23,8%).

Crise aérea

A crise aérea do país já dura nove meses. O novo capítulo começou na tarde de terça-feira (19), com uma suposta operação-padrão dos controladores de vôo do centro de controle de tráfego aéreo de Brasília, o Cindacta-1. Eles teriam feito um protesto contra a decisão da Aeronáutica de prorrogar as investigações do motim realizado em 30 de março, quando todas as decolagens do país foram suspensas.

O clima de tensão entre controladores e governo piorou depois que foi anunciada  prisão administrativa do presidente da Federação Brasileira das Associações de Controladores de Tráfego Aéreo (Febracta), Carlos Henrique Trifilio Moreira da Silva, na noite de quarta-feira (20). Ele foi punido pela Aeronáutica por declarações dadas em uma entrevista. Na sexta-feira (22), foi decretada a detenção de Moisés Gomes de Almeida, vice-presidente da Febracta, por uma entrevista concedida à Rádio CBN.

Segundo o advogado Tadeu Correia, a decisão de afastar líderes do movimento dos controladores de vôo do Cindacta-1, em Brasília, pode ser o estopim para a deflagração de nova operação-padrão da categoria, como a que ocorreu no dia 30 de março. Ele defende Trifilio. "Ninguém esperava uma atitude impensada como essa", afirmou o advogado.
'Jogo duro'

Para o governo, os controladores de vôo são o problema. Depois de receber do presidente Lula a ordem para jogar duro com a categoria, o comandante da Aeronáutica afastou 14 sargentos controladores do Cindacta-1, de Brasília, a quem chamou de "lideranças negativas".
Eles teriam se recusado a trabalhar, alegando problemas técnicos não encontrados nos equipamentos. Para enfrentar uma possível reação da categoria, a Aeronáutica montou um esquema de emergência.

Controladores de defesa aérea, que atuam exclusivamente na interceptação de aeronaves, podem ser convocados para controlar vôos comerciais. Nos trechos mais congestionados, vão ser criados corredores especiais de tráfego, como a ponte aérea Rio-São Paulo.

 

 

RMT Online

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