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Infartos são mais comuns de manhã, diz estudo

21 Dez 2004 - 09h01
As mortes súbitas por ataques cardíacos, infartos de miocárdio e arritmias têm sua hora mais crítica às dez da manhã, independentemente das atividades que estejam sendo realizadas. A revelação está no estudo do programa Cronobiológico do Departamento de Medicina do Sono da Universidade de Harvard (EUA) que será publicado nesta terça-feir, pela revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS). O trabalho, chamado "Ritmo circadiano interno em um índice de vulnerabilidade cardíaca independente das mudanças no comportamento", lembra que os ataques cardíacos ocorrem normalmente pela manhã, que a epilepsia do lóbulo temporal piora à tarde, que a asma é mais crítica à noite e que a gravidade de muitas doenças varia em um ciclo de 24 horas.
Segundo a pesquisa, os ritmos circadianos - as variações que ocorrem no corpo em um ciclo diário - podem explicar por que os ataques do coração acontecem mais freqüentemente a essa hora. É fácil presumir, disse o coordenador do estudo, Steven A. Shea, que o sono e o despertar tem um importante papel nessas mudanças, dado que são regidos por um padrão regular dia/noite.
O cientista lembrou que há um relógio interno, conhecido como marca-passos circadiano endógeno, que dirige a fisiologia inclusive quando os hábitos não são constantes. Assim, por exemplo, a temperatura do corpo aumenta durante o dia e baixa à noite, esteja a pessoa dormindo ou não.
No entanto, afirmou Shea, os padrões nos fatos cardíacos são parcialmente atribuíveis à atividade diária regular. O exercício e as mudanças de postura afetam a pressão sanguínea, a possível ruptura de uma placa arteriosclerótica e a coagulação do sangue. Todos estes fatos podem levar à formação de um trombo nas artérias coronárias, desembocando em um ataque cardíaco, arritmias e inclusive a morte.
Entender as bases biológicas por trás dessas mudanças na gravidade das doenças ao longo do dia e da noite para otimizar os tratamentos é o objetivo da equipe de Shea, que faz testes com voluntários em seu laboratório de Harvard.
 
 
Dourados Agora

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