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Brasil

Incidência de câncer bucal entre indígenas preocupa Funasa

5 Ago 2004 - 17h57
 

Cinco casos confirmados de câncer bucal e quatro suspeitas entre a população indígena aldeada (fora das cidades) está preocupando a Funasa (Fundação Nacional de Saúde). Os dados são do Programa de Saúde Bucal e foram levantados em pouco mais de um mês de atividade. Dos casos já diagnosticados, três estão no município de Sidrolândia, 1 em Paranhos e outro em Amambai. Das suspeitas, são 2 em Miranda, 1 em Aquidauana e 1 em Caracol.

As causas principais são o tabagismo, alcoolismo e o uso de próteses mal adaptadas, conforme informa a odontologista Luciene Alle Cardoso, coordenadora do programa. Mato Grosso do Sul tem 57 aldeias espalhadas por 29 municípios, com uma população de aproximadamente 50 mil pessoas. “É um índice alto”, considera Luciene acerca das vítimas da doença. Ela informa que o resultado da biopsia dos 4 casos suspeitos deve sair nos próximos dias, pois leva cerca de um mês para ser concluído.

Depois da identificação, eles são encaminhados para cirurgia oncológica através do SUS em Campo Grande, onde recebem apoio na Casai (Casa da Saúde do Indígena). Eles ganham as passagens para vir à Capital e no local recebem alimentação e acompanhamento de enfermagem, durante a hospedagem transitória, além de serem acompanhados no tratamento hospitalar.

“Nem sempre se resolve com a cirurgia, porque é só após a intervenção cirúrgica que a gente vai poder ter um diagnóstico, se pode evoluir, se atinge outros órgãos”, ressalva Luciene. Os quatro casos já confirmados ainda estão em tratamento e exames preliminares, preparando-se para a operação.

 

 

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