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Fátima do Sul, 23 de Outubro de 2017
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23 de Setembro de 2004 14h47

Imprensa nacional continua confundindo MS com MT

A imprensa nacional continua confundindo Mato Grosso do Sul com Mato Grosso. Em matéria publicada pelo site da Folha Online na última sefgunda-feira a matéria dizia que o Estado do Rio de Janeiro havia proibido a entrada de banana do Estado de Mato Grosso do Sul, mas no título a matéria referia-se ao Mato Grosso. Perceendo o erro a redação do MS Notícias contactou o editor da Folha que publicou uma errata. Confira:

Erramos: Rio proíbe entrada de banana de Minas, Mato Grosso do Sul e Paraná


O título da reportagem Rio proíbe entrada de banana de Minas, Mato Grosso do Sul e Paraná (Dinheiro - 20/09 - 21h38) faz referência ao Estado de Mato do Grosso do Sul, e não ao Estado de Mato Grosso. O erro ocorreu devido à abreviação visando encurtar o título. No texto, a informação sempre esteve correta.

A matéria, de Sérgio Ripardo que causou confusão foi:

Rio proíbe entrada de banana de Minas, Mato Grosso e Paraná


A Secretaria de Agricultura do Estado do Rio de Janeiro proibiu hoje por tempo indeterminado a entrada em território fluminense de bananas provenientes de mais três Estados (Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Paraná). Nos últimos meses, São Paulo e Estados da região Norte sofreram veto semelhante. Segundo o governo do Rio, o objetivo é tentar impedir a chegada ao Estado do fungo causador da sigatoka negra, doença destrutiva dos bananais.

"A lavoura de banana é muito importante no Rio de Janeiro e significa, inclusive, a sobrevivência de populações de baixa renda no campo", disse o secretário de Agricultura do Rio, Christino Áureo, em nota.

Segundo ele, cerca de 30 mil pessoas vivem diretamente da bananicultura no Rio, considerada uma das principais explorações agrícolas do Estado, com cerca de 24 mil hectares de área cultivada e produção anual de cerca de 211 mil toneladas.

De acordo com a secretaria, a medida obedece a uma instrução normativa do Ministério da Agricultura (nº 41) voltada para a criação de barreiras que evitem a disseminação do fungo causador da doença.

Causada pelo fungo Mycosphaerella fijiensis, a sigatoka negra, originária da República de Fiji (Ásia), chegou ao Brasil nos anos 90, pela região Norte, e em junho foi detectada no município paulista de Miracatu, no Vale do Ribeira.

O fungo da sigatoka negra se espalha, principalmente, pelo vento, mas pode ser disseminado também por mudas, frutos,folhas, materiais de embalagem e outros. Antes de chegar a São Paulo a doença estava restrita à região Norte e ao Estado do Mato Grosso.
 
 
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