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Brasil

IBGE: Produção industrial cresce em 7 Estados

10 Abr 2007 - 10h03
A produção industrial no País cresceu em sete dos 14 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em fevereiro ante janeiro, na série com ajuste sazonal. Todas as áreas com crescimento apresentaram taxas acima da média nacional (0,3% nessa base de comparação, segundo divulgado na semana passada), com destaque para São Paulo (2,3%).

Entre as áreas com redução na produção, destacaram-se Rio de Janeiro (-5,4%), Bahia (-6,0%), Amazonas (-6,7%) e Goiás (-10,1%).

Na comparação com fevereiro de 2006, os índices regionais apresentaram taxas positivas em nove dos 14 locais pesquisados. Os principais destaques de expansão nesse indicador ficaram com Espírito Santo (8,4%), Paraná (8,3%), Pernambuco (7,2%), Pará (7,0%) e Rio Grande do Sul (5,6%).

Os Estados de São Paulo (3,5%), Minas Gerais (3,3%), Santa Catarina (3,3%) e região Nordeste (3,2%) também cresceram acima da média nacional (3,0%).

Ainda com taxas positivas, embora abaixo do crescimento do País, ficaram Goiás (0,8%) e Ceará (0,3%). Houve queda na produção em três Estados: Bahia (-0,2%), Rio de Janeiro (-2,1%) e Amazonas (-12,0%).

São Paulo

Em São Paulo, a indústria mostrou resultados positivos nos principais indicadores em fevereiro. Além do aumento de 2,3% na produção, após recuo de -0,9% em janeiro ante dezembro, o índice de média móvel trimestral na indústria do Estado cresceu 0,8% entre os trimestres encerrados em fevereiro e janeiro.

Na comparação com fevereiro de 2006, a produção industrial em São Paulo avançou 3,5%, segunda taxa positiva consecutiva. Com isso, o índice acumulado no primeiro bimestre do ano foi de 3,3% e o acumulado nos últimos 12 meses até fevereiro mostrou alta de 3,1%.

Na comparação com igual mês do ano anterior, para a qual há detalhamentos setoriais, o aumento de 3,5% na indústria paulista refletiu o desempenho positivo de 15 dos 20 ramos investigados.

Os segmentos de máquinas e equipamentos (9,6%), material eletrônico e equipamentos de comunicações (20,3%) e máquinas para escritório e equipamentos de informática (45,0%) exerceram as contribuições mais significativas na expansão geral.

Os principais impactos de queda, por sua vez, vieram de edição e impressão (-9,0%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-9,0%) e borracha e plástico (-6,2%).

 

 

 

Estadão

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