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Guerra, fome e doença matam 70 mil no Sudão em sete meses

16 Out 2004 - 07h13
A guerra civil, as doenças e a fome mataram cerca de 70 mil pessoas no Sudão nos últimos sete meses. O cálculo oficial foi divulgado hoje pela OMS (Organização Mundial da Saúde). Apesar de ser uma das maiores mortandades humanas que se tem notícia --em tão curto espaço de tempo--, a ajuda internacional ao país é pífia.

A falta de interesse do mundo na tragédia que está abatendo o Sudão, maior país da África, em guerra civil há quase 50 anos, recebeu críticas da OMS.

"Continuamos sem encontrar os recursos necessários para responder de forma adequada [à crise] e reduzir o número de vítimas a um nível aceitável", disse David Nabarro, encarregado da gestão das situações de crise na OMS, durante uma coletiva de imprensa em Genebra (Suíça).

Até o momento, as agências humanitárias só receberam a metade dos US$ 300 milhões necessários para ajudar 1,4 milhão de pessoas desabrigadas em Darfur (oeste do país).

Cerca de 200 mil pessoas fugiram para a República do Chade, onde a tensão tem crescido, já que as condições são miseráveis. As organizações internacionais têm encontrado dificuldades para entregar mantimentos na região, por falta de segurança.

Segundo estimativas da OMS, mais de 10 mil pessoas estão morrendo mensalmente nos campos de refugiados em Darfur.

Darfur, Província ocidental do Sudão, é cenário de uma guerra civil e de uma grave crise humanitária. Violência, fome e falta de medicamentos são alguns propulsores da crise na região, cuja população [muitas vezes alheia às disputas diplomáticas e batalhas políticas para pôr fim ao conflito] viu suas necessidades reduzidas à simples sobrevivência.
 
 
Folha Online

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