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Brasil

Greve chega ao 22º dia e bancários tentam audiência com Lula

6 Out 2004 - 08h59

A greve dos bancários continua e chega ao 22º dia. Para buscar um acordo, representantes da categorias estão em Brasília e devem tentar audiência para conseguir o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em São Paulo, uma nova assembléia será realizada às 16h.

O objetivo da Confederação Nacional dos Bancários (CNB) é que presidente Lula seja o interlocutor entre grevistas e bancos para que as negociações avancem.

O presidente da Câmara dos Deputados, João Paulo Cunha (PT-SP), também deve entrar em ação nesta quarta-feira para intermediar as negociações. Ele se reuniu ontem com representantes da Executiva Nacional dos Bancários para discutir o assunto.

"Nós não queremos que ele (Lula) resolva a greve, nossa greve é resolvida por meio de negociação entre patrão e empregado. Queremos que o presidente Lula faça aquilo que o deputado João Paulo está fazendo: uma intermediação para a abertura das negociações, solicitando que patrões e empregados se sentem à mesa de negociação", diz Vagner Freitas, presidente da Confederação Nacional dos Bancários.

O presidente do Sindicato dos Bancários do DF, Jacy Afonso de Mello, reafirmou a importância do apoio do parlamentar. "A audiência com o presidente da Câmara mostrou a possibilidade de um novo caminho", disse.

João Paulo se comprometeu a procurar os presidentes da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal para reabrir as negociações. "A partir disso esperamos encontrar alguma solução para a greve", disse Jacy Afonso.

Nesta terça-feira, os bancários de 24 Estados decidiram permanecer em greve por tempo indeterminado. A decisão foi tomada em assembléias locais.

A greve, que no seu início teve a participação de 30 mil trabalhadores em São Paulo - principal pólo do movimento -, contabilizou ontem cerca de 8 mil funcionários parados, de acordo com o comando de greve.

Agora, o movimento tem mais força na capital paulista. No interior, o movimento perdeu corpo e praticamente deixou de existir.

Ainda assim, a greve prejudica aposentados e pessoas que dependem dos serviços bancários para fazer pagamentos e receber benefícios.

 

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