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CANTINA BAH
Brasil

Governo quer evitar convocação extra da Câmara

26 Out 2004 - 17h24
O governo federal prefere aumentar os esforços para conseguir votar as medidas provisórias e os projetos considerados prioritários ainda este ano a ter de recorrer à convocação extraordinária dos parlamentares em janeiro. O líder do governo na Câmara, deputado Professor Luizinho (PT-SP), disse hoje que, se necessário, vai convocar a base aliada para jornadas quádruplas para votar as MPs que trancam a pauta - atualmente são 17 - e os projetos prioritários, como as leis de Biossegurança e de Falências.

"A base aliada vai estar aqui para votar de manhã, de tarde, de noite e de madrugada se necessário para darmos conta da pauta até 15 de dezembro", disse Luizinho a jornalistas.

Outra condição para não haver a convocação em janeiro é, segundo Luizinho, o fim da obstrução dos partidos da oposição. PFL e PSDB estão há quase dois meses usando artifícios regimentais para tornar lenta a votação dos projetos. Recentemente PPSe PMDB se juntaram à manobra. "Se tiverem bom senso e se permitirem que a maioria vote e execute o legítimo direito de poder votar todas as matérias até 15 de dezembro" a convocação não será necessária, afirmou Luizinho. O PFL, no entanto, culpa o governo pela paralisia da Câmara.

O governo também teria interesse em acelerar o andamento da pauta da Câmara para poder apresentar em novembro a emenda que permite a reeleição dos presidentes das duas Casas do Congresso. Mas há divergências sobre essa questão mesmo na base aliada, sobretudo no PMDB, que recebe bastante influência do senador Renan Calheiros (AL), líder do partido no Senado, que almeja suceder José Sarney na presidência da Casa.

Antes de pensar na convocação extraordinária, o governo terá de avaliar, então, como contornar esses problemas para evitar que a paralisia perdure.
 

 

 

Terra Redação

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