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Governo oferece 12% de reajuste a professores do Estado

3 Ago 2007 - 17h13

Proposta do Governo estadual prevê ganho real de 12% em dois anos aos 18 mil professores a partir de 2008, incluindo-se a incorporação de 60% da regência de classe aos salários. Pelo acordo, que poderá ser fechado na próxima semana, o projeto prevendo reajuste salarial, data-base e incorporação será encaminhado à Assembléia Legislativa em novembro deste ano, segundo o presidente da Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul), Jaime Teixeira.

Esta proposta do governador André Puccinelli (PMDB) provocou a suspensão da paralisação nas escolas estaduais e o protesto em Campo Grande na próxima quarta-feira, 8 de agosto. Ontem à noite, os líderes da categoria apresentaram nova contraproposta ao Governo, na qual reivindicam a incorporação de 80% da regência e mais aumento, que daria ganho real de 21% em dois anos, também a partir de janeiro ou maio do próximo ano.

Até a próxima terça-feira, os trabalhadores dos 78 municípios vão discutir a nova proposta e decidir se aceitam o acordo proposto pelo governador. Segundo Jaime Teixeira, a paralisação e o protesto não foram cancelados, mas suspensos. Caso as negociações não avancem, a categoria planeja manter a mobilização por melhores salários em Campo Grande.

Ganho real

Pela proposta encaminhada pelo Poder Executivo, os professores estaduais terão 60% da regência de classe incorporada aos salários em três fases a partir de 2008, sendo 20 pontos percentuais por ano. Do 100% pago a título de regência hoje, restaria 40% neste item. Com a incorporação da regência, o valor-base dos salários para calcular outras gratificações será maior, o que elevará o rendimento mensal dos docentes.

O Governo se comprometeu ainda a repor a inflação. Conforme os cáculos do presidente da Fetems, o ganho real, descontando o índice inflacionário, será de 12% em dois anos. Para a Fetems, o remanescente da regência deveria ser menor do que 40%.

Para a secretária educacional do Sindicato Campo-grandense dos Profissionais da Educação Pública, Elza Portela, o movimento sindical não pode arrastar a categoria para paralisação permanente, que considera muito desgastante. "A greve deve ser o último recurso", afirmou. E ainda considerou positivo o ganho real de 12%, principalmente, por considerar que a inflação nos últimos anos não tem superado um dígito. "Com a inflação de 1% a 2% por ano, não tem como chegar a 20%", afirmou Elza. As negociações serão concluídas antes da Conferência Estadual de Educação, que começa dia 8.

 

 

Correio do Estado

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