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Governo incentiva 77,4% das lavouras de algodão em MS

3 Jul 2007 - 05h40

Começaram a ser colhidos oficialmente, na semana passada, os 46 mil hectares de algodão plantados na safra 2006/2007 em Mato Grosso do Sul. Visando incrementar a cultura, o governo estadual está incentivando 77,4% da área plantada, um plus que pode chegar a R$ 340,00 por hectare.

Atualmente o Estado responde por 5% da produção nacional, estimado pela Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) em 3,3 milhões de toneladas de algodão em caroço, o que equivale a 1,3 milhões de toneladas de pluma.

Prevendo colher 46.059 hectares – uma produção de aproximadamente 166,8 mil toneladas – 35.663 hectares terão uma dedução de até 75% do ICMS, variando de acordo com a qualidade da fibra. Os benefícios serão transferidos aos 160 cotonicultores cadastrados na atual safra no Programa de Fortalecimento do Algodão, operacionalizado pelas Secretarias de Fazenda (Sefaz) e de Desenvolvimento Agrário, da Produção, da Indústria, do Comércio e do Turismo (Seprotur).

Entre os municípios atendidos estão Alcinópolis (2 produtores), Aral Moreira (1), Bataiporã (4), Deodápolis (8), Fátima do Sul (1), Itaquiraí (40), Ivinhema (1), Japorã (22), Juti (1), Maracajú (15), Naviraí (8), Rio Brilhante (1), São Gabriel do Oeste (11), Sidrolândia (5), Taquarussu (1), tendo como maiores áreas beneficiadas os municípios de Chapadão do Sul (25 produtores com uma área de 11,1 mil hectares) e Costa Rica (14 produtores com uma área de 13 mil hectares).


Segundo o superintendente de Agricultura e Pecuária da Seprotur, João Carlos Krug, o Estado vem recuperando sua produção algodoeira que já ultrapassou 63 mil hectares, na safra 2004/2005. “A valorização do real, o baixo preço no mercado internacional e o limite de exportação estadual de apenas 30%, fez com que a área de plantio fosse reduzida. Com a recuperação do mercado internacional, alavancada pela redução da área plantada nos Estados Unidos, devido ao aumento de plantio de milho – destinado à produção do etanol – aliado à problemas climáticos na Austrália, permitiram uma recuperação da área plantada estadual”, explica ele.


Ainda segundo Krug, “o consumo nacional do algodão teve redução devido ao grande número de produtos têxteis oriundo da China, que devido à mão-de-obra mais barata e câmbio favorável, faz com que o nosso próprio algodão, que é exportado para aquele país, retorne em forma de produtos acabados”. Atualmente o Brasil exporta cerca de 50% do total de algodão produzido.

 

 

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