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Brasil

Governo garante que não há confirmações de aftosa em MS

22 Dez 2004 - 13h13
O secretário de Estado da Produção e do Turismo (Seprotur), Dagoberto Nogueira Filho, garantiu na manhã de hoje, durante entrevista coletiva concedida a imprensa, que não há nenhuma confirmação de febre aftosa no Estado bem como na propriedade localizada no município de Paranhos, localizada a 470 quilômetros de Campo Grande.

A suspeita foi registrada pelo Ministério da Agricultura (MAPA), a cerca de 30 dias que acabou convocando o Estado – a Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro) – a tomar medidas de praxe após receber um telefonema anônimo de origem paraguaia. “Todas as medidas de segurança já foram tomadas. A fazenda foi interditada, os 52 animais – sendo 28 dados como soro-positivo – foram identificados e brincados, e a propriedade está sendo monitorada diariamente por um grupo de técnicos da Iagro”, afirmou Dagoberto.

O secretário também garantiu que não há possibilidades de o mercado internacional sofrer influencias. Para evitar especulações Dagoberto alertou que não existe nenhum frigorífico na faixa de fronteira trabalhando com exportação e que os mais próximos – apenas dois – estão interditados a mais de 60 dias. “São exatamente 600 km de fronteira seca, é importante ficarmos alerta. O próprio produtor deve fazer o seu papel para que assim possamos evitar situações como essa. O Iagro está trabalhando. Nosso pessoal deve permanecer na região até que o problema seja solucionado”, assegurou.

Segundo a gerente de Defesa Sanitária Animal da Iagro, Gladys Rachel, embora o primeiro exame tenha tido diagnóstico positivo, isso não significa que há o foco, pois todos os bovinos da faixa de fronteira foram vacinados contra a aftosa durante uma ação de prevenção, liderada por fiscais da Iagro, que anteciparam a terceira e última fase da campanha naquela região. “Esse tipo de reação já era esperada até porque a própria vacina pode ter favorecido o resultado positivo uma vez que os animais estão recebendo os anticorpos”, explicou.

Também é certo que nenhum dos animais possui sintomatologia clínica da aftosa, como febre, baba e feridas na boca, o que poderia ser um indício do caso como positivo. “Até mesmo os suínos da propriedade, um dos animais mais aceptíveis a doença, não registraram nenhum sintoma da doença”, indicou Gladys.

A segunda coleta do material já foi feita havendo agora a necessidade de se esperar o resultado da nova análise, mais detalhada, que será encaminhado para o laboratório de Belém (PA). Embora o Estado venha sendo priorizado pelo laboratório na análise do material – a pedido do próprio MAPA – a expectativa é demore até 20 dias para se ter um diagnóstico definitivo.

A propriedade

Por estar na fronteira com o Paraguai, a fazenda – que pertence a um brasiguaio (brasileiro radicado no Paraguai), tem sede no Brasil com uma pequena extensão, entre 20 e 25 hectares, possui grande parcela de terras no lado paraguaio, mais de 1.000 hectares – permanecerá monitorada oficialmente pelo Iagro e também pelo serviço de inteligência da Delegacia de Operações de Fronteira (DOF), que está investigando a origem do gado.
 
 
 
Agência Popular

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