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Brasil

Governo ampliará acesso ao Bolsa-Família

30 Ago 2007 - 14h48

 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e os ministros de seu governo decidiram, na manhã desta quinta-feira, ampliar o acesso ao programa Bolsa Família. O ministro do desenvolvimento social, Patrus Ananias, afirmou que as famílias passarão a receber benefícios variáveis do programa também pelos filhos com idades de 16 e 17 anos. Segundo os cálculos da área social 1,75 milhão de jovens serão beneficiados pela mudança.

Atualmente, o programa atende famílias com uma parcela básica de R$ 58 e mais uma parcela variável de acordo com o número de filhos. A parcela só é paga para crianças até 15 anos.

O governo não informou quando a extensão do benefício passará a vigorar e nem se haverá um valor específico para essa nova faixa de beneficiários. A ampliação no Bolsa Família, associada a outras ações sociais do governo provocarão um impacto de aproximadamente R$ 4,7 bilhões no orçamento da área social para o ano que vem. A previsão inicial de orçamento para os ministérios dessa área era de R$ 11,8 bilhões. Agora, passará para R$ 16,5 bilhões.

Segundo informações da assessoria de imprensa do Palácio do Planalto, o governo vai inaugurar ainda outro programa, chamado Territórios da Cidadania. Em um primeiro momento, 60 cidades brasileiras receberão atenção especial do Estado, principalmente em regiões rurais. Nestes locais, o governo vai facilitar o acesso ao crédito rural e a regularização fundiária.

Serão instaladas farmácias populares e os programas de alfabetização de adultos serão reforçados. A assessoria não soube dizer quando o programa começará a ser operacionalizado.

Todas as decisões foram tomadas durante a reunião ministerial que ocorre desde as 9h30 na Granja do Torto, em Brasília. Na abertura do encontro, o presidente Lula disse aos seus ministros que é preciso produzir um documento comparativo entre as políticas sociais realizadas no primeiro e no segundo mandatos. Esse documento, segundo ele, deve ser distribuído em todos os ministérios e para os parlamentares e deve se tornar "um livro de cabeceira dos ministros e parlamentares".

 

Terra Redação

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