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AGÊNCIA BONITO THIAGO
Brasil

Gomercindo Clóvis lança em Dourados livro sobre Chico Mendes

15 Jul 2004 - 13h26

DOURADOS – A Academia Douradense de Letras (ADL) abre as suas portas neste sábado para um café da manhã literário quando será lançado o livro “Caminhando na Floresta”, do escritor Gomercindo Clovis Garcia Rodrigues”. O livro que fala sobre os momentos em que o autor viveu ao lado do líder seringueiro Chico Mendes é prefaciado pela ministra do Meio Ambiente, Marina Silva.

O presidente da ADL, professor José Pereira Lins está convidando os douradenses par participar deste evento que começa às 09h na sede da entidade localizada no interior do Parque dos Ipês. Na oportunidade, o presidente da ADL estará anunciando os projetos da entidade para o próximo biênio.

Gomercindo Rodrigues, 44 anos, é natural de Mato Grosso do Sul. Formado em Agronomia pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) campus de Dourados, chega ao Acre em 1983.

Durante dois anos trabalha na Colonacre e na Emater. Depois vai para a cidade de Plácido de Castro, onde inicia em sua própria colônia as experiências que queria de plantios e consórciois. Em 1986 vai para Xapuri onde passa a assessorar os seringueiros, trabalhando diretamente com Chico Mendes ajudando-o na formação da Cooperativa Agroextrativista de Xapuri (CAEX). Ao mesmo tempo faz parte da equipe de coordenação do Centro de Trabalhadores da Amazônia (CTA) que desenvolve o Projeto Seringueiro, base para muitos projetos de fortalecimento da organização dos trabalhadores extrativistas.

Com o assassinato de Chico Mendes,Gomercindo  ajuda os seringueiros na fase de transição que aconteceu sem a presença do grande líder e em 1993 volta para Rio Branco, onde cursa e se forma em Direito na Universidade Federal do Acre (UFAC) em 1998.

Atualmente é advogado militante e apóia os seringueiros através do acompanhamento jurídico de casos específicos trabalhando junto ao Comitê Chico Mendes, do qual é membro. Entre as questões acompanhadas pelo Comitê, Gomercindo trabalhou nos casos “Nilão” de Brasiléia e “José Augusto” de Tarauacá, ajudando na absolvição dos trabalhadores extrativistas que cosntavam dos processos como acusados. Em 2000, Gomercindo recebeu do Grupo Tortura Nunca Mais, a Medalha Chico Mendes de Resistência.

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