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Gilberto Arruda é eleito reitor da Universidade Estadual

2 Jul 2007 - 07h53

Gilberto José de Arruda (39) foi eleito reitor da UEMS com 52,2% dos votos válidos, vencendo a chapa concorrente, formada pelo atual reitor Luiz Antônio Alvares Gonçalves e André Chastel Lima (vice). A eleição aconteceu na sexta-feira (29 de junho) nas 15 unidades universitárias distribuídas pelo Estado e a apuração foi realizada das 8h30 às 15h30 de sábado (30 de junho), na sede a instituição, em Dourados. Gilberto tem como vice Adilson Crepalde (44) e estará à frente da instituição nos próximos quatro anos, a partir de 26 de setembro.

O voto foi opcional e com peso de 70% para docentes, 15% para alunos e 15% para técnicos administrativos Dos 8.185 eleitores, 3.844 compareceram às urnas, o que representa 47% do total A abstenção maior foi dos estudantes: 43,1% votaram; já os professores e técnicos administrativos tiveram 90% de presença.

Gilberto é professor de Química na UEMS desde 2002. Na instituição, já coordenou o curso de Química, em Dourados. É licenciado em Química pela UFMT (Universidade Federal de Mato Grosso), doutor em Físico-Química pela Unesp (Universidade Estadual Paulista) e pós-doutor nas áreas de Ciências de Materiais pela Cetec (Fundação Centro Tecnológico de Minas Gerais) e pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais).

Adilson é professor de inglês na UEMS desde 1999. É graduado em Letras pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Adamantina (SP), Tradutor/Intérprete pela Universidade Ibero-Americana (SP) e mestre em História pela UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul). Na UEMS, já presidiu a Associação dos Docentes.

Três princípios devem nortear seu mandato: ética, transparência e compromisso. Ambos defendem a construção coletiva da universidade, com planejamento e avaliação coerente da instituição, por meio de decisões dos conselhos superiores. Os principais objetivos e metas dos eleitos para os quatro anos são: defender a autonomia da UEMS; estabelecer uma política de descentralização dos recursos orçamentários; promover a expansão de cursos de graduação de forma planejada; gerar condições para a implantação de cursos de pós-graduação (mestrado e doutorado); participar da consolidação da Cidade Universitária em parceria com a UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados); resolver a questão do “comodato” e incentivar a produção científica e artística como processo de realização do ser humano.

 

 

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