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Fátima do Sul, 24 de Outubro de 2017
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22 de Julho de 2004 13h43

Geraldo Resende destaca notícia da “Folha” sobre

 

O deputado federal Geraldo Resende (PPS) disse ter ficado bastante feliz com a notícia publicada pelo jornal “Folha de S. Paulo”, na edição de hoje, com o título “Governo prepara expansão universitária”, trazendo o anúncio da implantação da UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados). “A notícia é auspiciosa, mas devemos continuar unidos pela agilização deste projeto”, salienta.

Segundo a notícia da “Folha”, paralelamente às discussões da reforma universitária, que deve ter proposta pronta até novembro, está em gestação no governo um projeto de expansão do ensino superior público, com a criação de duas novas universidades federais, instalação de dois pólos universitários e implantação de quatro campi avançados. “Entra no pacote ainda a criação de um modelo de instituição voltado ao desenvolvimento da Amazônia - a Universidade da Floresta, a ser instalada no Acre”, diz a matéria.

Segundo o jornal paulistano, “reivindicação antiga de entidades ligadas ao ensino superior, a discussão da expansão das federais pode coincidir com a pressão que começa a ser feita por mais recursos para o setor em 2005”. Para Geraldo Resende, “essa pressão também deve continuar a ser feita, com mais ênfase, com a participação de representantes de toda a região da Grande Dourados”. “Mato Grosso do Sul (...) será o outro Estado beneficiado com a instalação de uma nova federal. No Estado já funciona a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, em Campo Grande. A nova unidade está prevista para Dourados (região considerada pelo MEC o "maior pólo econômico do Estado")”, complementa a matéria.

Geraldo Resende ressalta, no entanto, que o sucesso da UFGD depende de outros problemas que ainda precisam ser solucionados como as deficiências do curso de Medicina e a ativação completa do HU (Hospital Universitário), que deverá funcionar como hospital escola dos cursos da área de Ciências da Saúde. “É preciso que as autoridades de MS assumam suas responsabilidades na solução desses problemas, como por exemplo, a conclusão do bloco do curso de Medicina, paralisadas há mais de três anos, e que dependem do cumprimento de acordo feito pela Prefeitura de Dourados, Governo do Estado, UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) e UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul)”, conclui o parlamentar.

 

 

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