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Brasil

Gasolina e diesel devem subir 1,6% e 3,8%

14 Out 2004 - 17h55
A partir da zero hora de amanhã (sexta-feira) o preço da gasolina vai estar 4% mais caro e o do óleo diesel 6%, nas refinarias da Petrobras em todo o país - o que deverá elevar o preço para o consumidor final nas bombas de combustíveis em 1,6%, no caso da gasolina, e de 3,8%, no do óleo diesel, "mantidas as atuais margens de distribuição e revenda, preço do álcool e percentual do ICMS cobrado.

O aumento divulgado em nota oficial distribuída pela empresa foi fixado bem abaixo do valor estimado pelos analistas em razão do preço atual do barril do petróleo no mercado externo - há algumas semanas acima dos US$ 50.

Na nota, a Petrobras esclarece que sem a incidência do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), mas com o PIS/Confins, o aumento no preço de faturamento nas refinarias seria de apenas 2,4% para o caso da gasolina e de 4,8% para o óleo diesel.

O último aumento anunciado pela Petrobras ocorreu em junho deste ano, quando os dois produtos subiram nas refinrias, em média, 10%. Desde então, o preço no barril do petróleo no mercado externo vem batendo recordes em cima de recordes em decorrência da conjuntura internacional: aumento do consumo, nível baixo dos estoques de alguns dos principais países produtores e conflitos em regiões onde a atividade tem importância no contexto mundial.

Ainda assim, a empresa vinha mantendo os preços desde junho, alegando que não iria repassar para os consumidores a “oscilação” do preço do barril do petróleo no mercado internacional - o que só aconteceria quando se configurasse um novo patamar de preços.

Hoje, com uma produção superior a 1,5 milhão de barris de petróleo por dia e se aproximando da autosuficiência, a Petrobras segurou o preço dos dois derivados no mercado interno, o que vinha causando reflexos negativos no preço das ações da empresa negociadas nas bolsas de valores do Brasil e do exterior.

Como o petróleo é uma commodity e tem tem o seu preço cotado internacionalmente, a empresa, uma companhia de capital aberto, vinha sendo pressionada pelos acionistas a adequar seus preços às contingências internacionais, uma vez que para o mercado, a manutenção da atual margem de comercialização vinha influindo negativamente na lucratividade da Petrobras.

Nas últimas três semanas, no entanto, pelo menos dois importantes diretores da estatal, Nestor Cerveró, da Área Internacional, e Gilherme Estrela, diretor de Exploração e Produção, já admitiam a configuração do novo patamar de preços. Este último, durante a realização da Rio Oil&Gas, na semana passada, ao admitir o novo patamar concordava também, pela primeira vez, com a preocupação da Petrobras para com o impacto de um possível reajuste – que acabou acontecendo – sobre a economia brasileira.

“Temos que agir com tranqüilidade porque sabemos que qualquer movimento de preços dos derivados impacta na economia do país”, justificava na ocasião o diretor.
 
Agência Brasil

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