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Frio já matou 30 toneladas de peixe

21 Jul 2010 - 09h40Por Dourados Agora

O frio intenso dos últimos dias não matou somente o gado em Mato Grosso do Sul. Em Dourados na região do Guassu, por exemplo, vários prejuízos foram registrados com a mortandade dos peixes que atingiram os tanques de piscicultura em conseqüência do inverno.

Na Chácara Santa Luzia, de propriedade de Silas Zanatta o prejuízo foi em torno de R$ 50.000,00 com a morte de dez toneladas de pescado da espécie tambacu. Entre a propriedade dele e as vizinhas calculase que tenham morrido mais de 30 toneladas.

A mortandade teria sido provocada por um parasita que sempre ataca quando existem mudanças bruscas de temperatura. A consulta foi feita a um técnico da Emprapa que teria identificado o problema.

“Procurei me informar a cerca do problema, mas estranhei porque criava esta espécie há cerca de seis anos e nunca tinha ocorrido este problema, de certa forma serve para nos alertar para nos próximos invernos procurar nos prevenir, se é que existe prevenção”, disse Silas.

Apenas oito dias foram suficientes para exterminar toda a produção de peixe que ele mantinha em diferentes tanques que mediam 4.300 e 2.500 metros quadrados. E até hoje os peixes ainda estão morrendo.

As carcaças foram descartadas no solo e acabaram virando comida para os urubus, porém ele também acredita que posteriormente pode ter serventia como adubo, pois na chácara ele cultiva outras culturas.

Segundo Silas que mantém a propriedade há trinta quilômetros de Dourados todos os peixes mortos estavam no ponto de abate, portanto estavam sobrando na propriedade.

Ele lamenta o fato do frigorífico de peixes ainda não estar funcionando em Dourados. “Estes peixes estavam em excesso na propriedade, a previsão é de que o frigorífico esteja pronto no final do ano em Dourados e nós estamos torcendo para que isso aconteça”, afirma Silas.

Tambacu

O tambacu é resultado do cruzamento induzido entre fêmea de Tambaqui (colossoma macropomum) e macho de Pacu (piaractus mesopotamicus).

Possui hábitos alimentares idênticos aos dos seus ancestrais. As características gerais como formato, porte e cor acinzentada são mais próximas às do Tambaqui (fêmea) que lhe deu origem. É muito conhecido e apreciado por freqüentadores de pesque-pagues.

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