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12 de julho de 2010 14h24

Frieza de Bruno é comparável a de Alexandre Nardoni, diz psiquiatra

TV MORENA

Antonio Serafim, psiquiatra do Instituto de Psiquiatria Forense do Hospital das Clínicas de São Paulo disse ao analisar o goleiro Bruno no dia em que se entregou. Afrieza de Bruno é semelhante à reação de Suzane Von Richtoffen, condenada tramar a morte dos próprios pais. E, mais recentemente, com o caso de Isabela Nardoni, a menina que foi morta pela madrasta e pelo pai, Alexandre Nardoni.  

“A gente vê uma pessoa altamente centrada. Um indivíduo que não expressa um desequilírio emocional ou ansiedade, ele responde bem à pressão. Vê-se que ele estava muito contido. E com características muito próprias de pensar em si mesmo", diz Antonio Serafim, do Instituto de Psiquiatria Forense do Hospital das Clínicas de São Paulo.

Quando se entregou a polícia, uma câmera registrou o que Bruno disse dentro da delegacia: “se eu tinha esperança de disputar a Copa de 2014, acabou”. “Isso mostra que na verdade a preocupação dele é com ele. Não está preocupado com quem morreu ou desapareceu”, defende o psiquiatra.

“Lembro muito bem da cena do Alexandre Nardoni, com o policial ao lado dele, como se tivesse caído qualquer coisa, menos a filha dele”, ressalta Serafim. O advogado criminalista e ex-policial Milton Bednarski, um conhecido colecionador de histórias de crimes bárbaros, resume em uma frase o perfil desses assassinos. “Você não diz que eles são criminosos. Eles são dissimulados”.

“O maior sinal desse comportamento predatório, destruidor, é o desprezo pelo ser humano”, garante Serafim.
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