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Força-tarefa do INSS investiga quatro casos de fraude em MS

19 Jul 2004 - 16h37
 

Balanço divulgado hoje pela Previdência Social sobre o trabalho da força-tarefa, criada no ano passado para investigar fraudes contra o INSS (Instituto Nacional de Seguro Social), em Mato Grosso do Sul aponta que já foram realizadas 99 diligências que resultaram na prisão de seis pessoas e na abertura de um inquérito e outros cinco estão em andamento. Além disso, ainda conforme a Previdência Social, quatro casos de fraudes estão sendo investigados pela força-tarefa, sendo que os dados não foram revelados para não prejudicar o trabalho dos investigadores.

Ainda segundo a Previdência, estão em ação no País 16 forças-tarefas que já conseguiram obter a suspensão, somente este ano, de 6.378 benefícios e evitar o pagamento de R$ 2,8 milhões, que representam apenas 1,6% dos R$ 165 milhões desviados pelas fraudes. Já foram presos em Mato Grosso do Sul: João Catarino Tenório de Novaes, Carmem Noêmia Loureiro de Almeida, Alexsandra Lopes Novaes, Tércio Moacir Brandino, Sidnei Faustino Limeira, José Ribeiro da Silva e Ribamar Osório de Paiva.

As últimas prisões foram sábado passado quando agentes da Polícia Federal detiveram os advogados João Catarino Tenório de Novaes, Carmem Noêmia Loureiro de Almeida e Alexsandra Lopes Novaes a pedido do juiz federal Sérgio Henrique Bonachela, da 1ª Vara Federal de Campo Grande. Antes deles foram presos, no dia 9 de julho, o contador Tércio Moacir Brandino e seu auxiliar, Sidnei Faustino Limeira. No dia 6 de março deste ano também foi preso José Ribeiro da Silva, 51 anos, auditor-fiscal do INSS em Campo Grande, por prática de extorsão contra empresários legalmente estabelecidos na Capital.

De acordo com a PF, eles eram “convocados” a irem à residência do fiscal que fazia exigências de quantias em dinheiro para que não fossem tomadas as medidas legais em processos administrativos relacionados às empresas dos mesmos. No mês de maio do ano passado, a Polícia Federal prendeu em flagrante Ribamar Osório de Paiva, que se identificava como advogado para promover aposentadorias e auferir outros benefícios junto ao INSS com base em falsos laudos, entre outros documentos. Na residência dele foram apreendidos diversos documentos, carimbos, computadores e ainda uma metralhadora, calibre 9mm, de origem italiana munida com um silenciador. Sobre Paiva, pesava ainda a indiciação em oito inquéritos instaurados na Polícia Federal para apurar crimes contra a Previdência Social.

 

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