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AGÊNCIA BONITO THIAGO
Brasil

FMI mantém previsão de crescimento para Brasil neste ano e 2008

26 Jul 2007 - 05h06

O FMI (Fundo Monetário Internacional) manteve as previsões de crescimento econômico do Brasil para este ano e 2008 em 4,4% e 4,2%, segundo dados divulgados nesta quarta-feira.

O Fundo divulgou uma atualização dos dados contidos no relatório "World Economic Outlook" ("Cenário Econômico Mundial") apresentado em abril (o Fundo divulga dois por ano; o segundo deve ser anunciado em setembro).

No relatório de abril, o Fundo indica que o Brasil e o Chile serão os dois únicos países latino-americanos cuja economia crescerá mais que no ano anterior. À época, o FMI considerava que a atividade econômica já vivencia um crescimento no Brasil. O organismo disse então que, com a inflação sendo "contida", o Banco Central tem "espaço" para dar continuidade às baixas das taxas de juros. A taxa Selic hoje está em 11,5%.

Segundo o comunicado com as atualizações, a economia global manteve um ritmo acentuado de expansão no primeiro semestre deste ano. A projeção do Fundo para o crescimento econômico global neste ano e em 2008 foi elevada para 5,2%, contra 4,9% previstos para os dois anos no relatório divulgado em abril.

Nos EUA, a previsão é de crescimento de 2% neste ano (uma redução de 0,2 ponto percentual em relação ao relatório de abril) e de 2,8% em 2008 (mesma do documento anterior). "Embora o crescimento nos EUA tenha desacelerado no primeiro trimestre, indicadores recentes sugerem que a economia ganhou novo impulso no segundo", diz o texto.

No primeiro trimestre deste ano, a economia dos EUA cresceu apenas 0,7%; para o segundo, a previsão é de crescimento entre 2,5% e 3%.

Entre os países emergentes a expansão também foi robusta no período, com destaque para o ritmo acelerado nas economias da Índia, China e Rússia (que devem crescer respectivamente 9%, 11,2% e 7% neste ano, e 8,4%, 10,5% e 6,8% em 2008).

Mesmo com o crescimento global da economia, a inflação se manteve controlada. Os preços dos alimentos e da energia, no entanto, têm exercido mais pressão.

A perspectiva de riscos para a atual situação da economia global teve uma ligeira redução, mas o FMI diz que, com o crescimento econômico mundial sustentável, o aumento da demanda pode pressionar ainda mais os estoques mundiais e elevar os riscos de inflação. Isso pode levar os bancos centrais a aumentar suas taxas de juros.

"Os riscos no mercado financeiro também aumentaram, na medida em que a qualidade do crédito deteriorou-se em alguns setores e a volatilidade do mercado aumentou", diz o documento.

 

 

Folha Online

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