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Brasil

Fifa faz do Japão palco do Mundial de Clubes de 2006

22 Set 2004 - 15h20

O Japão está pronto para abrigar o Mundial de Clubes de 2006, além da edição de 2005, disse nesta quarta-feira Saburo Kawabuchi, presidente da JFA (sigla em inglês de Asssociação de Futebol do Japão).

Kawabuchi confirmou que a Fifa (Federação Internacional de Futebol Association) tinha concordado em deixar o país organizar as duas primeiras edições do torneio, que no próximo ano terá um clube de cada uma das seis confederações continentais.

"Se nós pudermos organizar a competição com sucesso nos próximos dois anos, acho que a Fifa dirá que o Mundial deve ficar no Japão", afirmou Kawabuchi após voltar de Zurique (SUI), onde se reuniu com dirigentes da entidade, entre eles Ricardo Teixeira, presidente da CBF.

Por meio de sua assessoria de imprensa, a entidade máxima do futebol mundial confirmou as informações do dirigente japonês. "O Japão será a sede do Mundial de Clubes em 2005 e 2006. Pelo lado da Fifa, isso já estava certo desde maio", afirmou Josh Sandler, do departamento de comunicação da entidade.

Segundo Sandler, a Fifa estuda a possibilidade de manter o Japão como sede fixa da competição de clubes. "Não sabemos como serão os campeonatos no Japão, mas trabalhamos com a hipótese, em caso de resultado satisfatório, de mantê-los como sede nos anos seguintes. Mas ainda é cedo para afirmar qualquer coisa", ressalvou o representante da Fifa.

O Japão tem sido a sede da Copa Intercontinental desde 1981 - um confronto anual entre os campeões europeu e sul-americano válido pelo título não oficial de melhor time do mundo.

A primeira edição do Mundial da Fifa ocorreu no Brasil, em 2000, e foi vencida pelo Corinthians, que derrotou o Vasco da Gama na final.

A competição, no entanto, não conseguiu se impor no calendário e a edição de 2001, que seria na Espanha e teria participação do Palmeiras, acabou cancelada, em parte devido ao colapso da principal parceira de marketing da Fifa, a ISMM, e da conseqüente ausência de patrocinadores.

Depois de uma oposição inicial, o G-14, entidade que reúne os principais clubes da Europa, concordou no início de setembro em apoiar a participação de seus filiados no torneio. A condição foi que a Fifa aceitasse um represante que não seria necessariamente o campeão da Liga dos Campeões.

A partida deste ano da Copa Intercontinental- a última sob os atuais moldes - será realizada em dezembro, em Tóquio, entre o campeão europeu Porto e o Once Caldas, que conquistou a Copa Libertadores em julho.

 

Folha Online

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