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AGÊNCIA BONITO THIAGO
Brasil

Fifa estuda acabar com rodízio para sedes da Copa

31 Ago 2007 - 04h39

A Fifa deve adotar um formato olímpico para escolher as futuras sedes de Copa do Mundo a partir de 2018, após uma grande revisão feita pela federação de futebol na forma de escolha dos países que recebem o Mundial, disseram fontes nesta quinta-feira.

Como parte da grande reforma que será apresentada em outubro, todas as regiões do mundo poderão concorrer na mesma disputa pela sede do multi-bilionário torneio, decretando o fim do rodízio de continentes implementado pela Fifa.

"Haverá uma leve mudança, entretanto, e as duas últimas regiões ou continentes que receberam a Copa não poderiam participar da candidatura", disse uma fonte.

"Então, digamos para 2018, países da América do Sul e da África não poderiam concorrer, mas todas as outras regiões poderiam. A nova idéia é baseada no processo de candidatura olímpica, que desperta um interesse maior", comentou.

A África do Sul será o palco da Copa do Mundo de 2010, enquanto o Brasil é candidato único a realizar o Mundial de 2014, segundo o rodízio da Fifa. O anúncio deve ser feito em novembro.

"O fato de o Brasil ter sido o único candidato acordou a Fifa", disse uma fonte da federação. "A Fifa percebeu os benefícios comerciais e receitas que podem ser gerados com uma disputa maior pela sede, especialmente pelas associações, através dos patrocínios e apoios. Isso foi perdido para 2014", completou.

A mudança também seria uma forma de agradar a Uefa, que sob o novo sistema poderia concorrer com maior frequência à sede do Mundial.

O presidente da Fifa, Joseph Blatter, recebeu recentes críticas do aliado Michel Platini, presidente da Uefa, por ter dito que a Copa de 2018 deveria ir para a América do Norte.

"Com essa nova política, a Europa poderia pelo menos apresentar candidatura em três ciclos, não importa qual, o que gera interesse e receitas", disse.

De acordo com as fontes, as novas propostas foram muito bem recebidas por todas as confederações, com exceção da Concacaf, que representa as Américas do Norte e Central e o Caribe.

O presidente da Concacaf, Jack Warner - que também é vice-presidente da Fifa - está insatisfeito porque deseja que o México seja a sede da Copa de 2018.

A Inglaterra e o trio Bélgica, Holanda e Luxemburgo - o Benelux - já confirmaram intenção de concorrer à Copa de 2018 caso a Europa seja autorizada. Outro países como Rússia, Estados Unidos, China, Itália, Espanha e Austrália também já declararam interesse.

 

Terra Redação 

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