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FHC diz que Brasil precisa recuperar a decência

11 Jun 2007 - 14h40
 

Ao participar nesta tarde de segunda-feira (dia 11) do seminário sobre meio-ambiente que o PSDB realiza no Rio de Janeiro, sob a coordenação da senadora Marisa Serrano (MS), o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse que "o Estado brasileiro é permeado por corrupção, compadrismo, leniência e desrespeito".

Presidente de honra do PSDB, o ex-presidente conclamou em seu discurso a população brasileira a "não aceitar a leniência permanente diante da corrupção".

De acordo com ele "ou recuperamos a decência, ou não há o que fazer". Isso vale também para a questão ambiental, acrescentou Fernando Henrique. Ele considera necessário que haja punição para se evitar crimes como os ambientais, entre outros.

Após o discurso, o ex-presidente deu entrevista, mas não respondeu perguntas sobre corrupção, limitando-se a falar sobre meio ambiente . Ele considerou "preocupantes" as declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Europa que se aliou à China, Índia, México e África do Sul, defendendo que não haja cotas para emissão de crédito de carbono por parte dos países em desenvolvimento.

"Podemos e devemos, por nossa conta, impor limites à tragédia que está ocorrendo", disse Fernando Henrique. De acordo com o ex-presidente, o que causa essas emissões no Brasil são as queimadas e a redução delas não atrasaria o desenvolvimento brasileiro. "Queremos desenvolvimento, mas sadio. É queimada zero", disse.

FHC defendeu que a questão ambiental seja uma das cinco bandeiras do PSDB. "Este tema é nosso. Não é exclusivo, mas é nosso", reiterou o ex-presidente no discurso para uma platéia que inclui convidados do Partido Verde e de organizações não-governamentais, como o Greenpeace.

Fernando Henrique afirmou também que há uma burocracia no Itamaraty que entende que assumir metas de redução de emissões poluentes seria fazer o jogo dos países desenvolvidos. Ele perguntou se o presidente Lula viu o filme 'Uma verdade inconveniente', com o ex-vice presidente norte-americano, Al Gore. "Se viu, ele está assustado também", afirmou.

O ex-presidente está preocupado também com os efeitos do etanol sobre o meio ambiente. Ele defende o zoneamento agrícola para o setor.

 

 

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