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Fátima do Sul, 16 de Outubro de 2017
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8 de Novembro de 2004 07h59

Ferrugem da soja será discutida hoje

A Secretaria de Estado da Produção e do Turismo (Seprotur), Embrapa Agropecuária Oeste, Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro), Associação dos Engenheiros Agrônomos da Grande Dourados
(Aeagram), e o Grupo Plantio na Palha (GPP), dando continuidade aos trabalhos de monitoramento as lavouras de soja do Estado, vão relançar hoje, dia 8 de novembro, em Dourados, o Programa Estadual de Monitoramentoe Controle da Ferrugem da Soja em Mato Grosso do Sul.

O lançamento, que numa primeira etapa aconteceu na capital, no último dia 19, dessa vez vai ser realizado na Embrapa Dourados, a partir das 18h30, e vai contar ainda com uma palestra abordando o manejo e controle da doença.

Todo esse trabalho está sendo desenvolvido pela própria Seprotur que, em parceria com o Idaterra, DFA, Famasul, Fundação Chapadão, Fundação MS, UEMS, Uniderp, UCDB, Sindicatos Rurais, Cooperativas, Secretarias
Municiais de Agricultura, Associação dos Engenheiros Agrônomos, Fundação Educacional para o Desenvolvimento Rural (Funar) e Bayer Cropscience, espera combater de forma eficiente e em tempo hábil possíveis contaminação
das lavouras na próxima safra.

Conforme informou o superintendente de agricultura e pecuária da Seprotur, Benedito Mário Lázaro, a campanha deve estar nas "ruas" a partir desse mês. "Estamos investindo, na safra 2004/05, algo em torno de R$ 600 mil.
Esse custo envolve os laboratórios, que devem custar à Bayer cerca de US$ 70 mil ao ano, outros R$ 200 mil de publicidade e custos de transporte e envolvimento de técnicos da Embrapa", aponta Dito.

A estratégia de monitoramento está na criação de um sistema de identificação, as chamadas áreas de "sentinelas". Para isso o Estado foi dividido em quatro regiões - Maracajú, Naviraí, Dourados e Chapadão do Sul
- para atender com mais eficiência a necessidade dos produtores. Cada uma das áreas irá trabalhar com um laboratório equipado, onde serão executadas as análises do material colhido. A coleta desse material (folhas), será
efetuada semanalmente pelo próprio agricultor ou técnico e encaminhada a um ponto de recolhimento ou laboratório.

Ainda segundo Dito Mário, os produtores poderão utilizar os serviços dos laboratórios - análise das folhas caso haja suspeita da doença - sem nenhum ônus, quer dizer, terão que dar em troca 5 kg de alimentos por análise. Esses alimentos serão doados a entidades, ainda não definidas.
 
 
 
Dourados News
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