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18 de Dezembro de 2004 10h17

FCO terá R$ 3,3 bilhões para financiamentos em 2005

 

A Região Centro-Oeste terá para o próximo ano R$ 3,3 bilhões para financiar investimentos em projetos empresariais e rurais. Além do orçamento de fontes originais de R$ 1,5 bilhão, aprovado pelo Condel (Conselho Deliberativo), o FCO (Fundo Constitucional do Centro-Oeste) terá mais R$ 1,8 bilhão do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador).

O valor foi definido ontem, na última reunião do ano do conselho, na sede do Banco do Brasil, em Brasília (DF) e os recursos de fontes normais estão 12,8% maiores que os de 2004. No tocante ao FAT, além do aumento de R$ 800 milhões no que foi previsto em outubro deste ano, os recursos agora poderão ser usados por empresas de médio porte e até dezembro de 2005.

Quando o R$ 1 bilhão do FAT foi liberado pelo governo federal para ser usado pelo Banco do Brasil nos programas de crédito do FCO, ele foi direcionado a grandes tomadores e com prazo determinado até junho de 2005. Para o secretário de Desenvolvimento do Centro-Oeste, Athos Magno, essa foi a grande decisão da reunião do Condel ontem, onde estiveram presentes os conselheiros de cada Estado da região e representantes dos ministérios decidindo a programação do FCO para 2005.

Contudo, Magno explica que os médios tomadores serão atendidos preferencialmente pelo FCO. Mas a partir do momento em que se extinguirem os recursos do fundo, eles poderão recorrer ao dinheiro do FAT. A medida visa reduzir os encargos ao tomador de crédito. Conforme o secretário, quando o empresário paga o empréstimo do FCO em dia, ele é beneficiado com 15% de desconto no valor da parcela.

"Os recursos do FAT, apesar de terem os mesmos juros do FCO, não têm o desconto. Por isso, o médio terá preferência no FCO. Tentamos favorecer os que mais precisam", pondera. Como o dinheiro do FAT está liberado desde outubro deste ano, o secretário de Desenvolvimento do Centro-Oeste afirma que os médios tomadores, na falta de recurso do FCO, já podem pleitear o financiamento pelo FAT. O Condel manteve 51% dos recursos do FCO para micro e pequenos empresários e mini e pequenos produtores rurais. As informações são do jornal A Gazeta.

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