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Brasil

Família completa dois dias refém de assaltante em São Paulo

26 Abr 2007 - 10h28
Por volta da 0h40 desta quinta-feira, o assaltante que mantém uma mãe e dois filhos reféns em Campinas retomou as negociações com a polícia. Durante a quarta-feira, ele havia prometido voltar a conversar à zero hora desta quinta.

O assaltante pediu aos policiais dois extintores de incêndio e a chave do carro Gol que está estacionado na garagem da casa e pertenceria aos familiares de Mara. Em troca, ele disse que soltaria uma das crianças.

À 1 hora, os policiais entregaram os extintores e uma ambulância do Samu estacionou em frente à casa, esperando que um dos reféns fosse libertado. Porém quinze minutos depois, o assaltante informou que desistia do trato e uma hora após retomar a negociação, disse que não continuaria a conversar.

O drama da atendente Mara Sílvia de Souza, de 29 anos, e de seus dois filhos, Thiago e Vitor, de 7 e 9, completou 42 horas às seis horas desta quinta-feira, naquela que pode ser a mais longa negociação policial com reféns da história de São Paulo.

O suspeito entrou na casa após assaltar a loja Fênix Games, em uma galeria comercial na rua paralela. Outro homem, um cúmplice, está foragido. Na quarta-feira, a loja estava fechada.

Segundo a polícia, a resistência do criminoso seria em razão de ele estar jurado de morte por uma facção criminosa. A presença da irmã dele era esperada na madrugada desta quinta-feira.

O major da PM Luciano Casagrande disse, no fim da tarde, que a polícia passou a identificar o invasor como Ivanildo, após mostrar fotos ao menino Murilo, que foi libertado às 16 horas de terça-feira, em troca de um colete à prova de balas. Ele teria passagem por tráfico, formação de quadrilha e roubo. Segundo o major, a estratégia da polícia continuaria a ser a de vencer o criminoso pelo cansaço.

Na quarta-feira, o seqüestrador fez quatro contatos com negociadores do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate). Casagrande informou que o homem chegou a ameaçar as vítimas de morte, mas “a situação foi controlada”. Segundo ele, Mara se ofereceu para ficar como única refém, o que a polícia não aceitou.

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