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CANTINA BAH
Brasil

Estado mantém até dia 26 alerta de rebelião em presídios

19 Mai 2007 - 04h11

A Sejusp (Secretaria de Justiça e Segurança Pública) deve manter estado de alerta nos presídios de Mato Grosso do Sul até o próximo dia 26 de maio, segundo informações do juiz federal Odilon de Oliveira, da 3ª Vara da Justiça Federal. O Serviço de Inteligência da Segurança teria informações de que os presos ligados a facções criminosas, como o PCC (Primeiro Comando da Capital), teriam programado rebeliões até essa data.

Por isso, a Polícia Militar realizou nesta sexta-feira uma operação pente-fino nos quatro principais presídios do Estado e a ação faria parte do plano da Sejusp para evitar rebeliões nas unidades carcerárias estaduais. O juiz adiantou ainda ao Midiamax que o Presídio Federal de Segurança Máxima de Campo Grande está à disposição da Sejusp, caso ocorra uma emergência e líderes de facções tenham de ser transferidos. Ele afirmou que uma das principais funções do presídio é de socorrer e garantir a segurança na iminência de uma rebelião.

A última transferência de presos de dentro do Estado ocorreu no dia 4 deste mês, quando 23 presos saíram do EPSM (Estabelecimento Penal de Segurança Máxima) de Campo Grande e da PHAC (Penitenciária Harry Amorin da Costa) de Dourados e foram levados para o Presídio Federal da Capital. No último sábado, as lideranças foram levadas para o Presídio Federal de Catanduvas, no Paraná, onde devem permanecer por tempo indeterminado.

Bloqueio

O juiz salientou a importância do trabalho desenvolvido pela Secretaria de Segurança para impedir a rebelião, ressaltando a importância do bloqueio do sinal de celulares nos presídios de Três Lagoas, Corumbá, Naviraí e Complexo Penitenciário de Campo Grande. “Isto foi fundamental para desarticular o grupo que planejava o ataque”, afirma.

Ele também soube da informação da existência de uma lista com os nomes de pessoas que estariam marcadas para morrer. O nome de Oliveira, segundo informações do Serviço de Inteligência da Segurança, estaria incluído, além de outros dois juízes de Dourados que tiveram a segurança reforçada depois da ameaça de ataques.

Prevenção

No último dia 10, os policiais militares realizaram pente-fino em 37 presídios e cadeias públicas do Estado. Foram apreendidos aparelhos celulares, drogas e armas artesanais. A ameaça de rebelião surgiu depois que os agentes penitenciários encontraram um bilhete na penitenciária de Dourados contendo informações sobre uma possível rebelião. Agentes penitenciários federais localizaram ainda uma bandeira do PCC dentro da Máxima.

Ainda como medida preventiva, a Polícia Civil realizou operação e conseguiu prender cinco pessoas acusadas de integrar a facção criminosa PCC. Foram detidos Fabrício Cássio Vitório da Silva, 20 anos, Heber Umar Valiente, 31 anos, conhecido como Tatu, Isaac Gonzales da Silva, 24 anos, conhecido como Urso, Edmil Henrique de Arruda, 36 anos, conhecido como Nil, e Alex Roberto Leite Pinto, 26 anos. Nil foi detido com duas granadas e com um fuzil de uso restrito das Forças Armadas.

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