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Brasil

Duelo de goleiros marca o clássico entre Palmeiras e São Paulo

29 Ago 2007 - 08h24
O clássico desta quarta-feira opõe dois dos melhores goleiros do Brasil. Rogério Ceni, de 34 anos, assumiu a condição de titular absoluto do São Paulo há exatos 10 anos. Quando tinha exatamente a idade de Diego Cavalieri, que aos 24 consegue ser unanimidade num time que ainda tem Marcos. Ídolos para suas torcidas, eles nunca foram convocados por Dunga para a seleção brasileira, apesar dos constantes pedidos.

No duelo entre a experiência e a juventude, o resultado até agora é de empate. Contra Diego Cavalieri, Rogério Ceni jogou três vezes, com igualdade no retrospecto: uma vitória por 3 a 1 para cada goleiro, mais o empate por 0 a 0 no primeiro turno deste Campeonato Brasileiro.

"Ele é um jogador de grande caráter, que está bem, fazendo um trabalho legal", elogiou Rogério Ceni, que enfrenta nesta quarta-feira a sua maior vítima. Dos 76 gols que marcou na carreira, 6 foram contra o Palmeiras. "É um grande goleiro, que eu respeito bastante e vive uma boa fase”, devolveu  Diego, ao falar sobre o rival são-paulino.

O São Paulo tem a melhor defesa do Campeonato Brasileiro, com 7 gols sofridos em 21 jogos. O técnico Muricy Ramalho e seus comandados costumam dividir o mérito, dizendo que "todos são responsáveis pela marcação" e que a idéia é fazer o goleiro trabalhar o menos possível. Mas é inegável que Rogério Ceni é peça fundamental nessa história.

Além de fechar o gol, o capitão são-paulino marcou cinco gols no Brasileirão e é o artilheiro do time, ao lado de Borges. Garantiu, por exemplo, as suadas vitórias sobre Internacional e Paraná - ambas por 1 a 0, ao converter pênaltis.

 

Na semana passada, Rogério Ceni mostrou que seu repertório não se resume a grandes defesas e gols de bola parada. O time perdia por 1 a 0 para o Figueirense em pleno Morumbi, resultado que eliminava o São Paulo da Copa Sul-Americana, quando o goleiro decidiu a partida - deixou o gol perigosamente para cortar um cruzamento do adversário e, com a bola controlada, fez um lançamento de 50 metros, na cabeça de Aloísio, que ajeitou para Borges empatar o jogo e garantir a classificação. "O mérito foi todo deles", comentou o capitão após o jogo.

 

O lance repercutiu no vizinho Palmeiras. "O time do São Paulo já começa na defesa, com um bom goleiro, que dá tranqüilidade aos zagueiros e sabe sair jogando com a bola", disse o técnico Caio Júnior, que não elogia apenas Rogério Ceni. "O Diego tem feito a diferença nos momentos decisivos. Já falei várias vezes que ele deveria ser convocado para a seleção."

 

Enquanto Diego nunca defendeu a seleção brasileira, Rogério Ceni fez parte da vitoriosa campanha no Mundial de 2002, como terceiro goleiro - na reserva de Dida e Marcos. Mas Dunga ainda não viu a excelente fase que os goleiros de Palmeiras e São Paulo estão atravessando.

 

Estadão

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