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Dourados recebe Congresso sobre piscicultura

17 Ago 2007 - 05h50
O evento irá aborda o aproveitamento do peixe em sua na cadeia produtiva, principalmente na etapa de industrialização
Acontece, de 28 a 31 de agosto, em Dourados, na Embrapa Agropecuária Oeste, o I Congresso Brasileiro de Produção de Peixes Nativos de Água Doce e o 1º Encontro de Piscicultores de Mato Grosso do Sul.
Os dois eventos são promovidos pela Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca da Presidência da República (SEAP/PR), Sociedade Brasileira de Aqüicultura e Biologia Aquática (Aquabio) e Embrapa.
As parcerias são do Ministério do Meio Ambiente, Superintendência Federal de Agricultura, governo do Estado de Mato Grosso do Sul, prefeitura municipal de Dourados, Câmara Setorial de Piscicultura/MS, Itaipu Nacional, Agraer, Universidades e Sebrae/MS, que possui o Projeto para o Desenvolvimento da Piscicultura da Região da Grande Dourados.
No evento serão discutidas as atividades que compõem a cadeia produtiva do peixe, como a industrialização do pescado que precisa ser vista como uma ação integrante, que participa desde a produção do peixe ao seu consumo final. Uma produção estruturada exige uma industrialização acertada, que atenda aos anseios do mercado consumidor.
Observando ainda na fase de industrialização está o aproveitamento dos resíduos do pescado, que segundo Marília Oetter, professora do Departamento de Agroindústria, Alimentos e Nutrição da ESALQ/USP, para que as empresas processadoras possam funcionar dentro das conformidades estabelecidas em lei, elas precisam dar um destino para todo o material que sobra da manipulação da matéria-prima.
“O conceito de empresa ‘limpa’ já está consolidado, e particularmente, no caso do pescado, esse resíduo é de grande volume e composto por substâncias de alto valor nutritivo, além de serem úteis para outros fins”, ressalta Marília.
A professora da USP, que irá participar do Congresso, destaca que “o piscicultor ao aproveitar o resíduo para transformá-lo em um subproduto com valor comercial estará, conseqüentemente, tendo um aumento de receita”. Oetter enfatiza também que “uma vez reciclado há maior aproveitamento, no qual os resíduos são otimizados antes de se tornarem uma única biomassa sem diferenciação e vão sendo destinados a fins mais nobres”.
Atualmente, Marília explica, que “as técnicas de aproveitamento utilizadas nas pesquisas se concentram na elaboração de silagem, que são destinadas a comporem rações para peixes”.
 
 
 
 
Fátima News
 

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