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Dólar tem leve queda e fecha cotado a R$ 1,892

11 Jul 2007 - 17h05

O dólar fechou em leve queda nesta quarta-feira, após passar o dia atento ao desempenho das bolsas norte-americanas. Com o robusto fluxo cambial positivo, o dólar chegou a cair para R$ 1,88, mas a atuação do Banco Central ajudou a sustentar o mercado.

A divisa teve leve baixa de 0,05% e encerrou cotada a R$ 1,892, após mínima de R$ 1,8845 no pregão à vista da Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F). É o terceiro dia seguido em que o dólar registra o menor valor de fechamento desde outubro de 2000.

O dólar começou o dia em alta de 0,69% em reação à turbulência nos mercados estrangeiros, preocupados com o setor de crédito imobiliário nos Estados Unidos. As bolsas em NY, porém, reverteram a trajetória e operaram em leve alta durante a maior parte do dia.

"Depende muito do mercado lá fora. Ele (o dólar) abriu forte... mas no momento em que virou lá fora, (aqui) acompanhou também. E todo dia tem vindo fluxo positivo", disse José Roberto Carreira, gerente de câmbio da corretora Novação.

Nesta quarta-feira, o Banco Central informou que o fluxo cambial positivo bateu novo recorde em junho - US$ 16,561 bilhões. O recorde anterior pertencia ao mês de abril, quando o País teve entrada líquida de US$ 10,7 bilhões.

Além disso, os US$ 51,6 bilhões de saldo positivo do semestre superam, com folga, o resultado de todo o ano passado - US$ 37,3 bilhões.

O forte aumento do saldo positivo nas operações financeiras contribuiu para a marca histórica. Esse tipo de transação teve saldo de US$ 7,1 bilhões, maior resultado desde março de 1998.

"Tiveram diversas captações grandes lá fora", disse Carreira, que citou operações de empresas brasileiras com montante superior a 1 bilhão de dólares cada.

No início do mês, houve ainda o leilão para a compra das ações de minoritários da Arcelor Brasil, que movimentou R$ 10,3 bilhões na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa).

Para Roberto Padovani, economista-chefe do Banco WestLB do Brasil, as condições para a manutenção desse cenário permanecem no curto prazo.

"Na verdade, os dados mensais vêm de fato surpreendendo. O fato é que, de modo geral, há liquidez no mundo e o Brasil continua sendo um receptor importante desses capitais", disse.

Apesar da contínua entrada de dólares no País, a emissão de reais feita pelo BC na primeira semana de julho indica que a autoridade monetária reduziu o ritmo de compra de dólares no mercado à vista.

Considerando o dólar médio, o BC pode ter comprado cerca de US$ 1,6 bilhão na primeira semana do mês ou US$ 318 milhões ao dia. Em junho, as compras médias diárias foram de US$ 471 milhões.

"O BC é o comprador. Se ele largar, o mercado despenca", disse Carreira.

Nesta sessão, porém, a atuação da autoridade monetária contribuiu para a reação do dólar no final do dia. O BC aceitou 12 propostas, segundo operadores, e definiu taxa de corte a R$ 1,886.

A posição vendida em dólar dos bancos - que apostam na queda da moeda norte-americana - recuou do recorde em maio e voltou aos patamares vistos nos meses anteriores. No início de junho, o BC anunciou medidas para reduzir a exposição líquida cambial das instituições financeiras.

"O BC, de certo modo, ajudou a zerar parte das posições vendidas dos bancos", afirmou Padovani.

De acordo com o BC, os bancos encerraram o mês com US$ 7,278 bilhões em posição vendida na moeda norte-americana. Em maio, os bancos exibiam US$ 15,79 bilhões nesse tipo de posição.

 

 

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