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AGÊNCIA BONITO THIAGO
Brasil

Dólar reforça ajustes com queda das bolsas e vai a R$ 1,97

24 Mai 2007 - 16h36

O dólar ampliou o movimento de ajustes nesta quinta-feira, reforçado pela queda generalizada das bolsas, e subiu 0,97%, para fechar a R$ 1,97 após a terceira alta consecutiva.

Desde segunda-feira, quando atingiu o piso de R$ 1,94 - menor valor desde janeiro de 2001 -, o dólar já acumula alta de 1,55%.

Os principais mercados acionários do mundo operaram em queda nesta quinta-feira e faziam a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) cair mais de 2% durante a tarde.

"É um movimento que vem lá de fora, o mercado está propício à realização (de lucros) desde o exterior", disse Silvio Campos Neto, economista-chefe do Banco Schahin. "Aqui não está escapando... é uma correção depois de tantas quedas."

Durante a manhã, a zeragem de posições no mercado de juros futuros também repercutiu sobre a taxa de câmbio. O mercado precifica uma queda de 0,50 ponto percentual do juro na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), mas apostas por uma queda maior chegaram a provocar um ajuste de posições.

Para Miriam Tavares, diretora de câmbio da AGK Corretora, com a piora do cenário externo "a tendência é que as apostas em um corte muito acentuado no juro fiquem menores. Ontem de manhã, quando ainda havia um surto maior de otimismo interno, realmente já tinha gente falando até em corte de 1 ponto percentual".

"Isso de alguma maneira fez com que as tesourarias ajustassem um pouco de posição no mercado futuro (de dólar)", disse Miriam.

A diretora afirmou ainda que, desde terça-feira, o fluxo cambial parece ter se enfraquecido, o que pode ter contribuído para diminuir a tendência de queda do dólar. Em abril, o fluxo positivo superou os US$ 10 bilhões e foi o maior desde 1982. Os dados parciais de maio, porém, ainda não foram divulgados devido à greve dos funcionários do BC.

A autoridade monetária manteve a rotina de atuação das últimas sessões e fez apenas um leilão de compra de dólares perto do fechamento. A atual correção no mercado após as fortes quedas abre espaço, segundo Miriam, para a atuação mais amena do BC.

Se a queda "voltar a ficar bastante acentuada... em direção a R$ 1,90, acredito que o BC em alguns momentos deve atuar mais forte para fazer com que não haja um movimento brusco. Mas, enquanto se mantiver esse movimento de ajuste, o BC pode ficar um pouco mais de fora", comentou.

 

 

 

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