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AGÊNCIA BONITO THIAGO
Brasil

Dólar inicia em baixa atento ao avanço do petróleo

12 Ago 2004 - 09h59
Em dia de vencimento de dívida cambial, o mercado de câmbio iniciou os negócios em baixa. Ontem, as cotações foram pressionadas pela briga para a formação da Ptax (média oficial do dólar). Ela será utilizada na remuneração dos investidores na liquidação da dívida.

No começo da manhã, a moeda americana era negociada a R$ 3,03, com queda de 0,26%. O comportamento do petróleo no mercado internacional deve voltar a concentrar as atenções dos investidores. Ontem, o preço do barril ultrapassou os US$ 45. O ministro saudita do Petróleo, Ali al-Naimi, disse que o país está pronto para um aumento imediato da produção em 1,3 milhão de barris por dia a fim de impedir que os preços continuem em níveis recordes. Apesar da notícia, o barril em Nova York fechou em alta, cotado a US$ 44,80.

O confronto entre as tropas norte-americanas e iraquianas e insurgentes leais ao líder radical xiita Moqtada al Sadr voltou a pressionar as cotações nesta quinta-feira. O barril do petróleo cru para setembro atingiu US$ 45,03 no pregão eletrônico da Bolsa Mercantil de Nova York hoje.

Indicadores americanos.

De acordo com dados do Departamento do Trabalho dos EUA, o número de pedidos de auxílio-desemprego caiu em 4 mil na semana encerrada no dia 7 de agosto. Desde que o Fed (Federal Reserve, o banco central americano), elevou a taxa de juros para 1,5% ao ano, analistas afirmam que os dados referentes ao mercado de trabalho podem fornecer pistas sobre as futuras decisões da instituição.

Na semana passada, a criação de apenas 32 mil novas vagas ante uma expectativa de geração de 230 mil novos empregos decepcionou o mercado. Analistas chegaram a levantar a hipótese de manutenção da taxa de juros nos EUA diante do fraco desempenho do mercado de trabalho.

De acordo com a nota oficial da última reunião, a desaceleração no ritmo de melhora do mercado de trabalho nos últimos meses pode ser atribuída, em parte, ao aumento substancial dos preços de energia.
 
Folha Online

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